Olá Amigos do Grupo Líder Facilitador
O tema "Percepção de Valor" é
Fascinante e Complicado ao mesmo tempo, afinal:
O que é Percepção? e
O que é Valor?
Podemos começar por explorar Valor como sendo o Preço de um Produto.
Neste caso, surgem novas Dúvida:
Valor = Preço = CUSTO do Fornecedor mais Lucro? ou
Valor = Preço = BENEFÍCIO para o Cliente?
Um exemplo bem simples:
Um Produto Importado similar ao Nacional
pode ter o Preço Maior que o produto nacional:
Porque tem um Custo Maior (Logística)? ou
Porque agrega um Benefício (Emocional) para o Cliente (Status)?
Outro exemplo bem simples.
Em um aeroporto, uma Lan House disponibiliza acesso a internet
o custo por hora utilizando o Computador da Lan House é R$ 10,00
Pergunta:
Quanto custa, por hora de acesso, utilizando o próprio Notebook do cliente?
R$ 5,00 pois o Custo da Lan House Fornecedora é menor? ou
R$ 15,00 pois o Benefício do Cliente é maior utilizando o próprio Notebook?
É muito comum um Fornecedor:
Desenvolver um Novo Produto ou Serviço sem ouvir o Cliente
Estipular o Preço com base nos seus Custos sem Conhecer a Percepção de Valor do Cliente
Existe muita Oportunidade no mercado para as empresas:
Aumentarem a Percepção de Valor do Cliente e ao mesmo tempo
Diminuir o seu Custo Operacional
mas a chave para tudo isso é:
Conhecer o Cliente
Conhecer o Negócio do Cliente
Conhecer os Processos do Cliente
Conhecer os Clientes do Cliente
e uma forma para ter este conhecimento é
fazendo Workshop com os Clientes (Foco do Cliente):
Workshops Estratégicos (Estratégia dos Clientes)
Workshops de Diagnóstico (Diagnóstico dos Clientes)
Este Workshop Estratégico com Clientes
é um tipo diferente de Focus Group
é para Desenvolver a Estratégia ou Diagnóstico do Cliente
não é para ouvir as Necessidades dos Clientes (este é um benefício indireto)
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
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(Post Original)
Apenas informando o Treinamento Aberto:
- Facilitação de Workshop de Inovação e Design Thinking
O Objetivo deste Treinamento é Apresentar de Forma Prática:
- Raciocínio Lógico: Dedutivo, Indutivo e Abdutivo
- Processos, Metodologias, Ferramentas,
- Técnicas, Habilidades e Atitudes de Facilitação de Workshop de Inovação e
Desenvolvimento de Novos Serviços, Produtos, Negócios ou Projetos.
- Saber Como e Onde Aplicar o Design Thinking
Indicado para:
- Consultores e Facilitadores Internos ou Externos
- das Áreas de Inovação e Desenvolvimento, interessados em Vivenciar a Teoria na Prática
e Descobrir Oportunidades Reais de Aplicabilidade Imediata
de uma Metodologia Simples, Poderosa e Perene.
Agenda do Workshop:
1. Apresentação do Papel do Facilitador de Workshop de Inovação
2. Auto Apresentação dos Participantes: Cargo ou Função
3. Contextualização da Atividade Prática
4. Parte Prática: Vivenciar um Workshop de Inovação
- Raciocínio Lógico Abdutivo - Intuitivo
- Ferramentas: Brainstorming e Diagrama de Causa e Efeito
- Metodologia: Innovation Decision Mapping
- Processo: Design Thinking:
Foco do Cliente, Intuição, Equipe, Desenvolvimento e Protótipo
- Habilidade e Atitude do Facilitador de Workshop de Inovação
5. Case de Sucesso. Histórico desta atividade no Hub Escola:
- Hub Escola de Verão em Fevereiro de 2011
- Hub Escola de Inverno em Julho de 2011
6. Apresentação de Slides:
- Habilidade e Atitude do Facilitador:
. Dar Segurança aos Participantes
. Evitar mecanismos de Defesa: Racionalização, Omissão, Mentira, etc.
- Processos de Inovação:
. Design Thinking - Focus Group
. Co Criação
. Consumer-Innovator - Focus Group
- Metodologia de Inovação:
. Innovation Decision Mapping
- Ferramentas de Inovação:
. Brainstorming para gerar Opções
. Diagramas de Causa e Efeito para Priorizar
- Raciocínio Lógico:
. Discursivo: Dedutivo, Indutivo
. Intuitivo: Abdutivo
7. Aplicabilidade da Facilitação de Workshop:
- Estratégia
- Inovação
- Diagnóstico ou Gestão
- Aprendizagem
Esta Atividade será Facilitada por Eurico Gushi,
especialista na Facilitação de Workshop de Inovação e Design Thinking.
Com mais de 18 anos de experiência, já facilitou mais de 700 workshops e 4 mil Brainstormings.
Estuda e Pesquisa há mais de 30 anos os Processos de Facilitação de Aprendizagem e Heurística.
Data: dia 23/Abril/2012 das 19h00 às 22h45
Investimento R$ 160,00
Inscrições no Site do Hub Escola: www.hubescola.com.br/inscricoes
http://www.the-hub.com.br/hubescola/
Atenção: São apenas 35 Vagas que se Esgotam RAPIDAMENTE.
Uma preocupação comum no início do Workshop de Estratégia e Inovação
é a questão do "Aquecimento" do grupo.
É normal no início do Workshop as pessoas assumirem uma Posição Defensiva:
querem ouvir
tem medo de errar
não querem se expor
querem conhecer as regras
querem ter certeza do certo/errado
tem dúvidas em relação a punição/premiação
Existem várias formas de aquecimento:
atividades físicas
atividades cognitivas
atividades integrativas
Ao escolher a atividade é importante perguntar
para que eu quero uma atividade de aquecimento?
qual o objetivo do aquecimento?
No caso dos Workshop de Inovação o Objetivo é muito claro:
Tirar as pessoas da Posição Defensiva (Racionalização)
Lembrar que o Principal papel do Facilitador de Workshop é dar Segurança para o Participante contribuir
com Ideias, Percepções e Intuição (Experiência e Conhecimento Tácito).
A Racionalização leva as pessoas a Omitirem informações e até mentir,
não por maldade ou atitude destrutiva, mas sim por proteção, uma atitude defensiva.
Podemos começar por questionar se colocamos ou não as mesas para os participantes.
As mesas, de certa forma, servem como escudos de proteção,
baixando ligeiramente a guarda dos participantes.
Podemos eliminar as mesas no decorrer do workshop,
pois sem as mesas, acredito que conseguimos melhorar:
produtividade
qualidade
integração do grupo
comprometimento e engajamento
A principal regra do Brainstorming: "Sem Justificar"
tem como objetivo tirar as pessoas da posição defensiva.
Quanto eu tenho tempo e sinto a necessidade,
eu faço um exercício de Aquecimento
antes de iniciar a Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping.
Exemplo de Aquecimento - Brainstorming com Priorização:
super rápido, máximo de 10 minutos
tema simples como: "Criatividade", "Inovação" ou "Integração"
utilizo apenas uma folha de flipchart, 15 idéias
Este Brainstorming além de "Aquecer" o grupo,
serve também para Mostrar e Praticar:
a principal regra do Workshop: "Sem Justificar"
como funciona a geração de ideias com Brainstorming
o processo de escolha com votação (bolinhas)
o mecanismo de priorização com diagramas de causa e efeito
Iniciamos a Metodologia I.D.M Innovation Decision Mapping
com a etapa de Sintomas, que é a etapa menos crítica,
comparado com as outras duas etapas subsequentes: Objetivo e Diagnóstico,
ou seja, podemos considerar a etapa de Sintomas como mais uma etapa do aquecimento.
Algumas pessoas questionam se
fazer apenas um Brainstorming é o suficiente para aquecer o grupo e
eu sempre alerto para o problema que podemos ter se o grupo estiver Aquecido demais,
pois um Grupo Hilário, Contente ou Alegre demais também pode aumentar a Posição Defensiva.
A Risada pode ser um Mecanismo de Defesa e se assim for
o Aquecimento excessivo pode diminuir a Produtividade do Workshop
de Inovação, Diagnóstico ou Estratégia.
Lembrar que nos Processos de Aprendizagem, Inovação e Diagnóstico,
geralmente estamos Tirando os Participantes da Zona de Conforto,
o que gera necessidade de retroceder ou se defender.
Eu já presenciei muitos facilitadores da Aprendizagem Experiencial
pedindo para que os participantes pararem de Rir
em alguns momentos do Processo de Aprendizagem.
Algumas adultos ainda confundem Aprendizagem Experiencial com
Atividade de Recreação e Lazer.
Aprendizagem é um Processo de Descoberta (sair da zona de conforto),
muitas vezes enxergar a verdade dói,
e a risada pode representar uma fuga.
"Edgar Schein dismisses the popular notion that learning is fun”
Outro cuidado que devemos ter é em relação
ao Processo de Avaliação do Treinamento ou Workshop.
Algumas Avaliações (de Reação) querem apenas saber
se o Participante Gostou (Se divertiu) do Treinamento.
Ou seja, a forma de avaliação pode estimular o Facilitador a
aumentar o nível de Alegria e Diversão e assim
comprometer o Processo de Aprendizagem e Descobertas (Heurísticas e Diagnósticos)
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
A "Atitude" é um Tema recorrentes em Brainstormings e Workshops.
Dentro da metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping.
A "Atitude" aparece como Sintomas, Objetivo, Diagnóstico e/ou Idéias.
Eu tenho percebido também, que ninguém faz a Análise da "Atitude",
tratando-o sempre como um Todo,
tornando mais difícil o seu desenvolvimento e gestão.
Abaixo um Exemplo de Análise do Tema "Atitude" realizada em um Workshop:
(existem muitas outras formas de fazer a Análise deste tema)
Atitude:
Motivada
Comprometida
Responsável
1. Motivada:
Entusiasmo
Fazer o Que Gosta
Agir como se Fosse o Dono da Empresa
2. Comprometida:
Vestir a Camisa
Visão Sistêmica
Trabalho em Equipe
Comunicação
Relacionamento Interpessoal
3. Responsável:
Implementar o Planejado
Executar a Tarefa
Pontualidade
Não Chegar Atrasado
A análise do tema "Atitude" e o Agrupamento nas Categorias acima
nos permitiu comparar a Atitude com a Pirâmide das Necessidades de Maslow.
Motivação:
Fazer o que gosta e Busca a Auto Realização
Ficar até tarde no trabalho para atingir os seus Objetivos Pessoais
Comprometimento:
Ter Necessidades de Socialização
Gostar do Ambiente de Trabalho, dos Colegas de Trabalho e do Chefe
Ficar até mais tarde no trabalho em consideração ao seu Chefe ou Colegas
Responsabilidade:
Ter Necessidade do Salário para comprar Alimento e pagar o Aluguel (Necessidades básicas)
Ficar até mais tarde no trabalho em troca de Hora Extra
Geralmente não gosta do que faz, mas "Faz por Necessidade"
Consigo a Atitude Motivada de
alguém que tem a Necessidade de Auto Realização
Consigo Atitude Comprometida de
alguém que tem como necessidade a Socialização
Consigo a Atitude Responsável de
alguém que luta pelas Necessidades Básicas
Mas é difícil conseguir Motivação (Entusiasmo) das pessoas
que não gostam do que fazem
e que trabalham com Responsabilidade
para conseguir as Necessidades Básicas.
Corremos até o risco de Desmotivar
uma Pessoa com Atitude Responsável com Necessidades Básicas
com Ações de "Motivação" sobre ela.
No gráfico abaixo dá para perceber que
a maioria das empresas querem funcionários tipo (C),
mas não há nenhum problema nos funcionários (E) e (H).
A insatisfação com funcionários (E) e (H)
pode gerar como conseqüência funcionários do tipo (J)
Acredito que devemos respeitar a diversidade
começando por descobrir as Necessidades de cada Funcionário,
(sem esquecer que as Necessidades das Pessoas Mudam com a Situação)
e em seguida ajudar o Funcionário a conquistar as respectivas necessidades
e assim obter o Resultado ou Desempenho através
da Motivação ou Comprometimento ou Responsabilidade.
Acho que a parte mais difícil é
fazer o Líder descobrir as Reais Necessidades e Valores de cada Subordinado.
Podemos começar por treinar a Liderança
a descobrir primeiro os seus próprios Valores e Necessidades.
Para isso podemos ensinar a Ferramenta Laddering
que também pode ser utilizada para descobrir os Valores e Necessidades (Maslow) dos Subordinados
e assim fazer uma Gestão de Pessoas com base nas Necessidades de cada Indivíduo.
Iniciamos identificando um Atributo do Produto
que o consumidor acha importante.
Exemplo: Produto = Carro
Atributo: Novo (ou Zero Km)
Depois perguntamos, sobre a Resposta Anterior
"Para Que" ou "Qual o Benefício Percebido" ou "Conseqüência"
Pergunta: Para que um Carro Novo?
Resposta ou Conseqüência: Segurança (Benefício Funcional)
Continuamos perguntando sobre a Resposta Anterior:
Pergunta: Para que Segurança?
Resposta ou Valor: Preocupação com a Família (Benefício Emocional)
Já deu para perceber que não existe uma única resposta para cada pergunta,
e também não existe resposta errada, pois estamos tratando de Percepções.
Abaixo dois exemplos para o mesmo produto Carro.
Na prática uma ferramenta que ajuda a montar o
Mapa de Atributos, Conseqüências e Valores (ACV)
é o Mapa Mental.
Descobrir os Atributos, Conseqüências e Valores
é apenas uma pequena parte do Grande Desafio
de Descobrir as Reais Necessidades do Consumidor.
O Próximo passo é Priorizar e Focar os Mais Importantes.
Só neste exemplo acima, temos 14 Necessidades de apenas Um Consumidor.
Imagine juntar os resultados de 30 consumidores.
A aplicação do Laddering requer muita experiência do Entrevistador.
O Cliente pode omitir informação ou até mentir (como mecanismo de defesa)
e a falta de Habilidade do Entrevistador pode comprometer todo o resultado.
Consumidor pode omitir informação ou até mentir quando:
Está com Medo (inseguro)
Fica na Posição Defensiva
Usa de mecanismos de Defesa, Principalmente a Racionalização
O que pode colocar o Consumidor na Posição Defensiva:
Entrevistador sem Experiência
Entrevistador com Falta de Humildade
Entrevistador que não Saber Ouvir ou Sem Paciência
Consumidor achar que o Entrevistador está Induzindo
Perguntar "Por Que?" como se pedindo Justificativas
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Se, fazer a Entrevista com Consumidor Individualmente não é fácil,
imagine Aplicar o Laddering em um Workshop de Focus Group com 20 Consumidores.
Eu sou um Facilitador de Workshop de Estratégia e Inovação e
Aplico a Ferramenta Laddering em Workshop de Focus Group,
para Descobrir, Entender e Priorizar as Necessidades dos Clientes.
A Aplicação do Laddering em Workshop de Focus Group:
Gera Resultados Surpreendentes (Uma Verdadeira Revolução)
Em menos Tempo temos Maior Volume e Qualidade de Informação
Ganhamos Qualidade também na Priorização das Necessidades
Ganhamos Tempo e Qualidade também na Análise e Interpretação dos dados
A única Dificuldade é que Necessitamos de
um Facilitador de Workshop de Focus Group
com Competências adicionais em relação ao Entrevistador Individual.
Tanto individualmente, quanto em Grupo
eu uso o Laddering duas vezes ou de duas maneiras,
Começo com Forward Laddering e continuo com o Backward Laddering:
1. Forward Laddering (ACV ou Decision Mapping Invertido):
Pergunta Chave: Para Que?
Descobrindo na Seqüência: Atributos, Conseqüências e Valores
2. Backward Laddering (VCA ou Decision Mapping):
Pergunta Chave "O Que?" ou "Como?"
Descobrimos na Seqüência: Valores, Conseqüências e Atributos
Em cada uma das Etapas eu uso o
Brainstorming seguido de Votação e Priorização,
sempre com a regra "Sem Justificar"
para não deixar o Consumidor na posição Defensiva.
O item mais votado é utilizado para formular a pergunta do próximo nível do Laddering.
Para Definir as Reais Necessidades dos Clientes,
eu confio mais no Backward Laddering,
pois é o resultado do Cliente na posição de Protagonista (Objetivo e Diagnóstico).
No Forward Laddering o Cliente ainda está na Vítima e Defensiva (Sintomas e Racionalizando),
mas existe também casos em que o resultado dos dois Ladderings são idênticos.
A esta altura dá para perceber que
a metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping
é uma síntese que engloba dos dois Laddering, Forward e Backward.
Podemos também Comparar e Analisar os Resultados
encontrados para Valores no Laddering
com a Pirâmide das Necessidades de Maslow,
assim o resultado fica mais consistente,
mas este assunto vou deixar para outro dia.
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M. (1994)
Referência na Facilitação de Workshop de Plan. de Mudança, Estratégia e Inovação
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Um dos Objetivos (Output)
do Processo de Facilitação de Workshop
é conseguir o Protagonismo e Comprometimento das Pessoas com as Decisões.
É comum o Grupo Começar o Workshop:
na Posição Defensiva
com Postura de Vítima
Percebendo apenas Sintomas e
Sem Comprometimento
(Ambiente de Gestão e Controle)
Um dos Desafios do Processo de Facilitação de Workshop com I.D.M. é
transformar o Grupo melhorando a:
Posição Pro Ativa
Postura de Protagonista
Percebendo Objetivo e Diagnóstico
Comprometimento
(Ambiente de Inovação)
Abaixo um Exemplo Real de Workshop.
Seguimos as etapas da Metodologia Decision Mapping:
Começamos pelo Brainstorming de Sintomas,
pois é o que flui naturalmente do Grupo na posição de Vítima.
Em seguida continuamos com outros Brainstormings:
Objetivo, Diagnóstico e Solução.
Nestas etapas já estamos desenvolvimento no Grupo
o Protagonismo e o Comprometimento.
É importante a regra do Brainstorming
"Não Justificar", pois esta regra ajuda
a tirar os Participantes da Posição Defensiva.
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Exemplo Real:
No Primeiro Brainstorming (Sintomas)
o Grupo Prioriza como o maior Problema (Sintoma)
a Falta de Motivação.
Como o Grupo assume a Postura de Vítima,
o Grupo acha que a Desmotivação é resultado do "Ambiente".
Seguindo a metodologia Decision Mapping
O próximo Brainstorming é de Objetivos
e é comum o Grupo definir como Resultado Desejado
a "Realização Pessoal" ou "Auto Realização".
No Terceiro Brainstorming (Diagnóstico)
o Grupo Descobre que o grande Obstáculo é
a Falta de "Auto Conhecimento".
No Quarto Brainstorming (Solução)
não fica dúvida de que,
Para atingir o Resultado Desejado,
cada um precisa fazer a sua parte (Protagonismo/Comprometimento)
neste caso, cada um precisa Descobrir os Seus Objetivos Pessoais.
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O que me incomoda nesta situação é que
algumas empresas decidem gastar Recursos com Palestras Motivacionais (Ação Sintomática)
ao invés de ajudar os Colaboradores a Descobrir os seus Objetivos Pessoais (Ação Estratégica).
Este é um exemplo da área de RH,
mas encontramos Resultados Semelhantes em workshops
de Mkt, Vendas, Operações, Informática, etc.
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PS:
Quem realmente sabe ajudar uma Pessoa
a Descobrir os seus Objetivos Pessoais?
Acho que o Coach é uma ferramenta de Gestão,
que ajuda a Pessoa a atingir o seu Objetivo,
mas não acho que o Coach ajude (com ferramentas) a Pessoa a
descobrir os Sonhos, Objetivos, Valores, Necessidades etc.
Por incrível que parece, acho que a melhor ferramenta
para ajudar uma pessoa a descobrir os seus Reais Objetivos Pessoais
é o Laddering, uma ferramenta de Marketing.
Thomas J. Reynolds and Jonathan Gutman developed and introduced laddering in 1988,
based on Gutman’s Means-End Theory of 1982.
They describe product attributes, consequences, and values.
Product attributes produce consequences that produce personal meaning (values) for product users. http://www.focusgrouptips.com/laddering.html
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Um dos principais Benefícios da Metodologia I.D.M. é
ajudar na Priorização dos Problemas ou
Descobrir o Diagnostico (causa raiz)
A constante "Falta de Tempo" pode ser conseqüência de
não saber Priorizar os Problemas.
Vou tentar resumir aqui algumas formas de Priorizar os Problemas.
1. Definição Clara do Objetivo:
Para começar, é bom ter em mente que para cada Problema existe um Objetivo.
Se conseguirmos primeiro, priorizar os Objetivos, conseguimos também,
Priorizar os Problemas ou até ignorar a maioria deles.
Na ilustração acima:
Se o seu Principal Objetivo é o X, então o seu Problema é o X
Se o seu Principal Objetivo é o Y, então o seu Problema é o Y
É muito fácil cair na tentação de resolver primeiro o Problema A,
por ser o menor Problema ou por ser o Problema que se sabe resolver,
ficando na Zona de Conforto e obtendo assim, nenhum resultado no final.
Quando priorizamos problemas junto com outras pessoas (workshop)
temos a nosso favor as diferentes percepções de
quais são os Reais Problemas,
diminuindo assim a tendência de ficar na Zona de Conforto.
Uma das primeiras tarefas do Facilitador de Workshop
é se certificar de que todos os Participantes estão focados no mesmo Objetivo,
senão cada participante irá priorizar o seu problema ou sintoma,
não chegado nunca a um consenso de qual o Principal Problema ou Diagnóstico.
2. Diagnóstico ou Real Obstáculo.
Sabendo qual é o Objetivo, o próximo passo é fazer o Diagnóstico,
ou seja, Descobrir qual é o Obstáculo que impede de atingir o Objetivo desejado.
Diagnóstico = Obstáculo = Principal Problema
Na ilustração acima:
Não adianta resolver o problema A, pois este não leva ao Objetivo
O único caminho que leva ao Objetivo é o Problema X (Diagnóstico)
A Descoberta ou Percepção do Real Problema não é fácil como nesta ilustração,
por isso é uma vantagem quando temos várias pessoas compartilhando as Percepções em um Workshop.
3. Priorizar vários Problemas (Parcelas ou Análise)
Em alguns casos podemos ter mais de um Problema interferindo no Objetivo.
Neste caso podemos Priorizar os Problemas, para definir qual Resolver Primeiro.
Na ilustração acima, para Diminuir o Desperdício
é melhor resolver primeiro o Problema X .
Novamente alguém pode querer resolver primeiro o
problema Z, por ser a sua Zona de Conforto.
Se você tiver três equipes, uma para cada problemas está bem.
A pior situação e querer resolver na seqüência o Z, Y e X no final.
O trabalho em Grupo analisando todas as Percepções dos Problemas
pode gerar resultados melhores.
Na ilustração acima, para Aumentar o Fluxo do líquido azul para a direita
é melhor resolver primeiro o Problema X (obstáculo)
e fazer a avaliação desta ação.
Neste caso resolver os Problemas Y e Z (zona de conforto)
antes ou simultaneamente com o X
não irão agregar valor ao resultado desejado.
Somente após resolver o problema X
iremos agregar valor resolvendo o problema Y.
Melhoria contínua ou (PDCA)
Ver também A Teoria das Restrições (TOC)
de Eliyahu M. Goldratt - Livro A Meta - 1984
5. Priorização: Critérios e Percepção
Na situação acima podemos aumentar a resistência da corrente,
reforçando apenas um elo, o mais fraco de todos.
O problema é que é muito difícil Perceber qual é o elo mais fraco.
Só podemos ter certeza após a quebra deste elo em uma simulação de esforço.
Apesar desta ser a simulação mais complicada para a Priorização dos Problemas,
este é o Desafio mais comum que encontramos nos Workshop de Inovação, Diagnóstico ou Estratégia.
A qualidade ou experiência dos Participantes (e do Facilitador)
são fatores fundamentais nestas situações.
Por fim, vale lembrar novamente que a Priorização dos Problemas
geralmente é melhor quando realizado em grupo - Processo Colaborativo (workshop)
pois assim podemos usufruir de diferentes pontos de vistas ou Percepções.
No dia a dia das empresas eu percebo que muitos gestores
não sabem priorizar os problemas ou descobrir o diagnóstico,
então dividem o grupo em vários subgrupos e cada subgrupo resolve um problema,
sem nenhuma tentativa de Diagnóstico ou Priorização.
Um exemplo bem comum:
Fazer pesquisa de Clima (priorizar sintomas) (ou reclamações de clientes)
Fazer um workshop com vários subgrupos, cada subgrupo com um sintoma
Cada subgrupo faz um brainstorming de ideias para solucionar um sintoma
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M. (1994)
Referência na Facilitação de Workshop de Plan. de Mudança, Estratégia e Inovação
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/