Formacao e Equipes - Modelo de Tuckman

Olá Amigos do Grupo Líder Facilitador
  
Eu já escrevi sobre o imediatismos das Pessoas
que buscam Soluções para todos os Sintomas que Percebem, 
sem antes descobrir os Objetivos ou o Diagnóstico, 
conforme a Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping. 
  
No modelo de Desenvolvimento de Equipes de Tuckman 
podemos observar o mesmo Comportamento das Pessoas, 
que buscam o Desempenho do Grupo (Performing)
sem antes passar pelas Etapas de Storming  e Norming. 
  
 Metodologia IDM Innovation Decision Mapping - Sem Justificar  
  
Acredito que um dos motivos para as pessoas evitam a fase de Storming 
é achar que estão Perdendo Tempo ou o Medo do Conflito. 
  
A Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping com a 
utilização do Brainstorming com a Regra "Sem Justificar" 
é uma ótima alternativa para lidar com esta etapa de Storming. 
Além de ser rápido, não há conflitos ou discórdia pois
focamos na Percepção (Sem Justificativa) e não no Julgamento. 
Neste caso uma dificuldade real pode ser
a falta de habilidade do Facilitador do Workshop.
  
 Metodologia IDM Innovation Decision Mapping e Times Equipe de Tuckman 
  
Conforme o Modelo de Tuckman, 
após a fase de Forming, 
entramos na fase de Storming 
e é nesta fase que iniciamos a aplicação da Metodologia
Innovation Decision Mapping com as três primeiras Etapas:
Sintomas, Objetivo e Diagnóstico,
após esta fase (Storming) o grupo começa a entrar na fase de Norming,
com a organização das Idéias, Prazos e Responsáveis (Plano de Ações), 
porém, agora com maior Comprometimento,
em função da melhor Visão Sistêmica e Aprendizado (Percepção ou Insight) 
gerados na fase de Storming. 
  
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Um pouco mais sobre Equipes ver os artigos abaixo:
http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com.br/2012/07/integracao-da-equipe-qualidade-de-vida.html 
  
Integração de Equipes e Gestão do Conhecimento
http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com.br/2011/12/excelencia-operacional-com-integracao.html
  
Trabalho em Equipe, Comprometimento e Socialização:
http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com.br/2012/04/comprometimento-socializacao-e-workshop.html 
 
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/ 
 
CRIAVIVA - Treinamento de Liderança  
http://www.criaviva.com.br/  -  criaviva@yahoo.com.br
http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com.br/
http://br.groups.yahoo.com/group/lider-facilitador/ (desde 2004)

Como Descobrir Necessidades e Desejos dos Clientes - Focus Group

Olá Amigos do Grupo Líder-Facilitador

Abaixo mais um artigo que toca na mesma tecla:
"o Cliente não sabe o que quer"

How Good Designers Think
  http://blogs.hbr.org/cs/2011/04/how_good_designers_think.html

Eu acredito que o Cliente sabe o que quer,
só não sabe expressar isso. 
Gosto do ditado:
"Quem Não Sabe o que Procura, Não Percebe quando Encontra"

O Cliente Percebe quando encontra um Novo Produto ou Serviço de Valor,
logo de alguma forma (inconsciente) sabia o que Procurava.

O grande Desafio é Extrair do Cliente ou Clientes (Focus Group)
quais são suas Necessidades ou Desejos.

O Processo eu que uso nos Focus Group
para Descobrir Necessidades e Desejos é:

1. Fazer Brainstorming (e Votação) sobre Necessidade e Desejos.
A Regra "Sem Justificar" ajudar a "Dar Ouvidos à Intuição (Inconsciente)"
e diminuir mecanismos de defesa (racionalização)

2. Fazer Diagramas de Causa e Efeito (e Votação),
novamente com a Regra "Sem Justificar" para "Entender a Intuição"

Geralmente este Processo (primeiro ciclo)
só dá uma Pista da Necessidade,
então repetimos o Processo com o Item escolhido.  

 Metodologia IDM Innovation Decision Mapping - Focus Group Workshop Treinamento 
Este é um Processo Heurístico e Intuitivo,
que acredito ser a melhor forma de Descobrir Necessidades
que o Cliente Tem e não sabe Expressar.

-------------
Alguns consultores falam em "Pensar Fora da Caixa" ou "Empatia" com o cliente.

Acredito que podemos até gerar Idéias fora da Caixa,
mas na hora de fazer as Escolhas (Votação) utilizamos os nossos próprios Critérios e Valores e não os dos Clientes, o que serio o correto.  
 Metodologia IDM Innovation Decision Mapping - Workshop Treinamento  
Algumas empresas dizem que Desenvolvem Novos Produtos e Serviços
sem ouvir os Clientes (sem Focus Group).
Realmente isso ocorre, mas se observarmos com mais atenção,
os consumidores destes Produtos e Serviços estavam na Própria Equipe
que desenvolveu o Produto ou Serviço Inovador.

 
Para saber mais sobre Necessidades dos Clientes ver o Post:
http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com.br/2012/05/perguntas-para-descobrir-necessidades.html
 
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação
 
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/

CRIAVIVA  Treinamento de Liderança 

criaviva@yahoo.com.br  -  www.criaviva.com.br
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Focus Group - Racionalização - Foco do Cliente

Olá Amigo do Grupo Líder-Facilitador

Abaixo um artigo de descreve "Como Não Conduzir um Focus Group",
pena que ele não tá nenhum dica de "Como Conduzir um Focus Group"

Successful innovation does not come from using focus groups
http://www.reachbrands.co.uk/fresh-perspective/are-qualitative-focus-groups-place-innovation-npd-2.html
   So why is there the belief that focus groups kill innovation?
   ... and the first step is to stop the default use of focus groups

Abaixo eu vou apresentar alguns caminhos que na minha percepção,
podem melhorar profundamente o Resultado de um Focus Group.

1. O Focus Group não serve apenas para Avaliar um Novo Produto ou uma Idéia.

Eu acredito que o Focus Group é uma poderosa Ferramenta
para descobrir Inovações Radicais (Breakthrough Innovation),
desde que utilizado de forma correta no momento correto.

A metodologia Innovation Decision Mapping tem 4 etapas:
 - Sintomas
 - Objetivo
 - Diagnóstico
 - Idéias  

Acredito que podemos Descobrir Inovações Radicais
quando aplicamos o Focus Group no Início do Processo de Inovação:
 - Focus Group para descobrir a Percepção de Sintomas pelo Cliente
 - Focus Group para descobrir os Objetivos ou Necessidades dos Clientes
 - Focus Group para Co-Diagnosticar (Co-Heurística) com os Clientes

Lembrando o Design Thinking,
Iniciamos o Processo com Foco no Cliente.
Não me agrada o termo Empatia quando podemos ouvir o cliente.
Também não acredito que a Observação do Cliente no seu ambiente natural
seja o suficiente para descobrir os Sintomas, Objetivos e Diagnóstico. 

2. Como Lidar com o Processo de Racionalização do Cliente no Focus Group

O maior inimigo do Focus Group é a atitude de Racionalização por parte do Cliente.
Ele racionaliza como uma forma de Defesa (do ego).

Uma forma de combater a Racionalização no Focus Group e fazendo
vários Brainstormings com a Regra "Não Justificar",
é claro que a Habilidade de um Facilitador Experiente faz toda a diferença. 
Lembrando que o Processo Decisório é Não é Racional,
esta Regra de "Não Justificar" contribui para acessar a Emoção e principalmente a Intuição.

Posso afirmar que Focus Group gera Resultado surpreendente,
mas é preciso saber Facilitar o Focus Group.

Felicidade
Eurico Gushi
Facilitador de Workshop (Reunião) de Inovação, Design Thinking, Focus Group e Estratégia

CRIAVIVA  Consultoria - Innovation Decision Mapping
criaviva@yahoo.com.br  -  www.criaviva.com.br http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com/  

Workshop e Dvisão do Grupo em Subgrupos

Olá Amigos do Grupo Líder-Facilitador
 
É muito comum ver em Workshops a
Divisão de um Grande Grupo em Subgrupos menores.

 
Exemplo:
 - Um Grupo de 30 participantes é
    dividido em 5 Subgrupo de 6 pessoas cada

 
A grande dúvida é:
 - Dividir um Grupo maior em Subgrupos menores
    Melhora ou Piora o Resultado de um Workshop?

 
A Resposta é bem simples: 
 
1. Se o Propósito do Workshop é Definir o Objetivo Comum e/ou o Diagnóstico,
    É melhor não Separar o Grupo em Subgrupos menores.
2. Se o Propósito do Workshop é Identificar Sintomas ou Idéias Criativas,
    Separar em Subgrupos pode ser uma das opções de trabalho.

 
  

Fica mais fácil de entender olhando para o Processo Inteiro.
A metodologia Innovation Decision Mapping tem quatro etapas:
Sintomas, Objetivo Comum, Diagnóstico e Idéias  
  
A Primeira Etapa: Levantamento de Sintomas
pode ser realizado de várias formas,
pois teremos um Conjunto de Sintomas:

 
 - Pesquisas Individuais (exemplo pesquisa de clima)
 - Workshop com divisão em Subgrupos menores de 6 pessoas
 - Workshop com todo o grupo juntos, com 30 ou mais pessoas
 
A Segunda Etapa: Objetivo Comum
é Obvio que corremos o risco de ter 5 Objetivos diferentes,
quando dividimos em 5 Subgrupos menores.
Fazer uma votação em plenário para a escolha de um dos Cinco Objetivos,
pode gerar insatisfação ou no mínimo perda de comprometimento.

 
A Terceira Etapa: Diagnóstico
deve ser feito com o Grupo Todo.

 
O Diagnóstico é como montar um Quebra Cabeças,
com todas as informações necessárias num mesmo Diagrama (mapa) de Causa e Efeito.

 
Separar o Grupo em pequenos Subgrupos é como
pegar um grande Quebra Cabeças,
misturar todas as peças e dividir aleatoriamente para 5 subgrupos e
pedir para cada Subgrupos montar individualmente o seu Quebra Cabeças.

 
A Quarta Etapa: Idéias:
pode ser realizado de várias formas,
pois podemos ter várias formas de Resolver um mesmo Problema (Diagnóstico)
 - Solução do Problema Individualmente
 - Solução do Problema em Subgrupos menores de 6 pessoas
 - Solução do Problema com todo o grupo juntos, com 30 ou mais pessoas
  
Eu prefiro fazer todas estas 4 etapas em grupo (grande ou pequeno)
pois ganhamos em qualidade e tempo.
 
Acredito que a divisão de um Grupo maior em Subgrupos menores
é uma prática comum, por vários motivos, as principais são:

 
 - O Facilitador não tem Experiência em Facilitar grupos Grandes 
 - O Facilitador não faz Diagnóstico e gera idéias para eliminar Sintomas
 
Um exemplo bastante familiar:
 1. A empresa faz uma Pesquisa de Clima (Pesquisa Sintomática)
 2. Seleciona os 5 Indicadores que deram notas baixas
 3. Organiza um Workshop e divide o grupo em 5 Subgrupos
 4. Cada Subgrupo recebe apenas um dos 5 Temas (Sintomas)
 5. Cada Subgrupo gera idéias para melhorar apenas o seu Sintoma 
 
É triste saber que algumas empresas utilizam o procedimento acima,
Geram idéias para diminuir os Sintomas,
sem nenhum esforço em fazer um Diagnóstico sério, mas 
Pior são as empresas que fazem a Pesquisa de Clima e
escondem o resultado no fundo da gaveta.

 
Felicidade
Eurico Gushi
Facilitador de Workshop (Reunião) de Inovação, Design Thinking, Focus Group e Estratégia


CRIAVIVA  Consultoria - Innovation Decision Mapping  
criaviva@yahoo.com.br  -  http://www.criaviva.com.br/

Diagnóstico ou Sintoma

Olá Amigos do Grupo Líder-Facilitador 
 
Eu sempre insisto na necessidade de Fazer um bom Diagnóstico 
antes de Gerar Soluções para os Problemas Sintomáticos. 
 
Neste e-mail eu vou apresentar alguns casos onde 
a Solução Sintomática pode ser uma Oportunidade (ou Oportunismo). 
 
Sempre que tivermos tempo é melhor seguir a Metodologia 
"Innovation Decision Mapping" em todas as suas Etapas: 
 
 1. Levantamento e Priorização de Sintomas  
 2. Gerar Soluções (Sintomáticas) para os Principais Sintomas
 3. Identificar o Resultado Desejado (Objetivo)
 4. Diagnóstico (o Problema Certo)
 5. Solução Eficaz 
  
 
Dá para perceber que neste Processo geramos dois tipos de Soluções:
 2. Solução Sintomática (sem diagnóstico)
 5. Solução Eficaz (com diagnóstico)
 
No mercado diversificado e competitivo que vivemos
existem Clientes para os dois tipos de Soluções,
cabe à empresa decidir em que público focar 
e como implementar a Estratégia de Comunicação,
em função da Percepção e Necessidade do Segmento escolhido.
 
No mercado farmacêutico dá para perceber facilmente o
comportamento do Cliente com Atitude Sintomática:
 - Compra Analgésico sem recorrer ao Diagnóstico do Médico. 
  
Por outro lado, o Médico pode utilizar as Duas Soluções Simultaneamente: 
 - Ação no Sintoma. Exemplo, um Analgésico
 - Ação no Diagnóstico: Exemplo, um Antibiótico 
  
Fica aqui um Questionamento:  
No seu mercado (ou segmento) existe mais:
 - Cliente com Atitude Sintomática?
 - Cliente com Atitude voltada ao Diagnóstico? 
  
Mais uma Questão para pensar:
As Empresas dos Setores abaixo focam
qual tipo de Cliente: o Sintomático ou o Diagnóstico?: 
 - Bebida Alcoólica
 - Aparelho Celular  
 - Gastronomia
 - Antitérmico
 - Automóvel
 - Fast Food
 - Turismo
 - Cigarro
 - Música
 - Droga
 - Jóias  
 
Existe sim muita Oportunidade (e oportunismo)
quando focamos o Cliente Sintomático, 
que muitas vezes é o Consumidor Final (Pessoa física) 
 
Quando olhamos para o Mercado Institucional (Pessoa Jurídica) ou nos negócio B2B,
percebemos que a necessidade de Identificar Objetivos e Diagnóstico são fundamentais.
Por este motivo temos Vendedores Treinados em Venda Consultiva por exemplo. 
  
No mercado B2B você precisa entender o Negócio do seu cliente,
ter o Foco no "Foco do Cliente" (Objetivos e Diagnóstico). 
 
O mercado B2B (Necessidade de Diagnóstico)  se caracteriza por:
 - Parceria de Longo Prazo
 - Fidelização 
 
O mercado Sintomático se caracteriza por:
 - Visão de Curto Prazo
 - Grande Concorrência
 - Menor custo de Troca de Fornecedor
  
Para finalizar uma última questão (Não menos importante):
Como é tratado o Cliente Interno de uma Empresa:
 - Como o RH Trata o seu Cliente Interno?
 - Como a área de Produção trata a área de Vendas?
 - Como a área de Informática trata o seu Cliente Interno? 
 
Muitas vezes eu percebo o Cliente Interno
recebendo Soluções Sintomáticas
sem nenhuma Investigação dos Resultados Desejados e
muito menos a Descoberta do Diagnóstico. 
 
Para quem agüentou firme a leitura até aqui,
pense no Processo de Inovação "Design Thinking",
ela é mais Sintomática ou Diagnóstico. 
 
Na minha Percepção existe uma enorme diferença entre:
 - Heurística (Descoberta do Diagnóstico) - ver Design Thinking por "Roger Martin"
 - Ideação (Apelo na Percepção Sintomática) - ver Design Thinking por "Tim Brown" 
  
Já ia me esquecendo:
 - Temos também o conceito "Co criação" com o Cliente (interno e externo)
 - A área de informática usa: JAD, Scrum, XP, .... 
  
Felicidade
Eurico Gushi
Facilitador de Workshop de Inovação, Design Thinking, Focus Group e Estratégia

CRIAVIVA  Consultoria - Innovation Decision Mapping
criaviva@yahoo.com.br  -  http://www.criaviva.com.br/ http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com/  

Criatividade, Inovação, Ferramenta, Metodologia e Processo

Olá Amigos do Grupo Líder-Facilitador.
 
Eu ainda tenho visto muita confusão entre
  • Ferramentas de Criatividade e 
  • Metodologia de Inovação e 
  • Processo de Inovação 
Vou tentar apresentar a minha forma de ver este imbróglio. 
Acho que as Ferramentas mais conhecidas de Criatividade são:
  • Brainstorming 
  • Scamper e
  • Associação Forçada 
Metodologia IDM Innovation Decision Mapping
 
Usamos estas ferramentas quando:
  • Temos um Problema bem definido ou
  • Já temos uma Solução e Queremos outras, Novas ou Criativas 
Exemplo: Criar Novas embalagens ou um Novo Gabinete de Computador
 
As Ferramentas de Criatividades são utilizadas dentro de uma Metodologia.
A Metodologia de Inovação que eu uso tem Quatro Passos Básico,
"I.D.M. - Innovation Decision Mapping":
  • Descobrir os Sintomas - ou Necessidades de Inovação
  • Definir o Objetivo - Resultado Desejado
  • Descobrir o Diagnóstico
  • Gerar Idéias (Aqui eu posso usar Qualquer Ferramenta de Criatividade)  
Etapas Sintomas Objetivo Diagnóstico Ideias  
 
Em cada uma das Quatro Etapas acima eu uso o Brainstorming
mas só uso o Scamper ou Associação Forçada na fase de "Idéias".
A Ferramenta de Criatividade Associação Forçada
utilizada na Etapa de Diagnóstico,
mais atrapalha do que ajuda na Produtividade do Workshop.

A Metodologia de Inovação tem como Resultado (Output)
apenas a Idéia do Novo Produto ou Serviço.

Por outro lado o Processo de Inovação é mais ampla (Design Thinking),
englobando as seguintes etapas:  
  • Metodologia de Definição da Estratégia: Ferramentas SWOT, Pest, Dados de Gestão  
  • Metodologia de Inovação
  • Metodologia para Testar o Novo Produto ou Serviço: Protótipo ou Piloto
  • Metodologia de Gestão para Multiplicar os Resultados da Inovação         
Metodologia de Inovação IDM Innovation Decision Mapping e Design Thinking
 
Por fim, para uma Empresa ser realmente Inovadora é preciso os dois elementos: 
  • Cultura: Valores de Inovação e Atitude da Liderança
  • Processo de Inovação: Estratégia, Metodologia de Inovação, Protótipo e Gestão. 
Cultura Organizacional Valores Inovação Metodologia IDM Innovation Decision Mapping

Mostrando todo o imbróglio:
 
Metodologia IDM Innovation Decision Mapping

Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/

CRIAVIVA  - Treinamento de Liderança
http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com/
criaviva@terra.com.br  -  http://www.criaviva.com.br/

Processo de INOVAÇÃO

Olá Amigos do Grupo Líder Facilitador

Fico feliz em ver cada vez mais artigos
sobre a Inovação como Processo e
não como um evento de Criatividade.

Eu vejo o Processo de Inovação em três grandes etapas:
 - Estratégia
 - Inovação (Heurística) 
 - Gestão  
 
Roger Martin (Design Thinking):
 - Mystery
 - Heuristic
 - Algorithm

Tim Brown (Design Thinking):
 - Inspiration
 - Ideation (Criatividade) 
 - Implementation

Vijay Govindarajan:
 - Corporate Will (motive)
 - Marketplace (opportunity)
 - Strategic Competencies (means)
Today's Innovation Can Rise from Yesterday's Failure
http://blogs.hbr.org/govindarajan/2011/03/todays-innovative-idea-can-ris.html

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Detalhando um Pouco Mais eu vejo o Processo de Inovação assim:
1. Estratégia:
    Utilizamos algumas ferramentas de análise:
    - SWOT Analise
    - PEST Análise
    - Informações do Processo de Gestão (Análise)
2. Inovação:
    Eu utilizo a Metodologia Innovation Decision Mapping
    que é um Método Heurístico e de Síntese:
    Sintoma, Objetivo, Diagnóstico e Solução. 
    Ferramentas: Diagramas de Causa e Efeito
3. Gestão:
    Utilizamos ferramentas de Planejamento e Controle (Análise)
 
Quando detalhamos para descrever as Metodologias e Ferramentas
de cada uma das etapas, eu percebo que:
 - Na Estratégia e Gestão utilizamos predominantemente Pensamento de Análise (Agrupamento)
 - Na Inovação utilizamos o Métodos de Síntese (Causa e Efeito) ou Heurísticos (Intuição)

Acho que é por este motivo (formas predominante de pensamento)
que eu percebo grande dificuldade de
pessoas talentosas em Gestão tendo enorme dificuldade de Inovar,
não é fácil mudar o comportamento ou atitude no pensar:
 - de Gestão para Inovação ou
 - de Análise para Síntese ou
 - de Agrupamento para Causa e Efeito ou
 - de Conhecimento Explícito para Conhecimento Tácito ou
 - de Racional para Intuitivo

Felicidade
Eurico Gushi
Facilitador de Workshop (Reunião) de
Inovação, Design Thinking, Focus Group e Estratégia  

CRIAVIVA  Consultoria
Innovation Decision Mapping
criaviva@yahoo.com.br  -  http://www.criaviva.com.br/