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Workshop: Feliz 2013 - Planejamento Estratégico Pessoa com I.D.M.
- Evento do Hub Escola de Dezembro - Rua Bela Cintra, 409
- Dia 15/Dez - Sábado - das 14h as 17h.
Um Ano Terminando e outro Começando,
Hora de Parar, Sentir, Sonhar, Pensar e Planejar.
Este Workshop tem como Objetivos Orientar os Participantes na
Definição de Objetivos, Montar uma Estratégia e Organizar as Ações.
para sermos Protagonistas nos Desafios e Conquistas de um Feliz 2013.
Benefícios:
- Conhecer a Metodologia IDM - Innovation Decision Mapping
- Aplicar a Metodologia IDM no Planejamento Estratégico Pessoal
- Conhecer a Técnica Laddering para Descobrir e Priorizar os Objetivos
- Como Organizar o Pensamento: Sintomas, Objetivos, Diagnóstico e Ações.
- Clareza, Estratégia, Motivação, Criatividade e Organização das Ideias/Ações.
Inscrição direto no Site do Hub Escola de Dezembro:
- http://saopaulo.the-hub.net/hubescola
- Investimento de R$ 60,00 a R$ 120,00
- Apenas 15 Vagas (aumentamos para 45, conseguimos nova sala)
Anfitrião:
- Eurico Gushi da Criaviva Consultoria
- Criador da Metodologia IDM - Innovation Decision Mapping
- Especialista na Facilitação de Workshop de Estratégia e Inovação.
- Em mais de 20 anos de Experiência, Facilitou mais de 850 Workshops
- Editor do blog http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com.br/
Felicidade
Eurico Gushi
Facilitador de Workshop de Estratégia, Diagnóstico e Inovação
CRIAVIVA Consultoria - Workshop de Estratégia e Inovação
www.criaviva.com.br - criaviva@yahoo.com.br
Algum tempo atrás eu percebi que muita gente tem
uma Visão bastante limitada da Ferramenta Focus Group,
então resolvi escrever este Post para ampliar esta Visão.
O Focus Group é mais que uma Ferramenta de Pesquisa Qualitativa
e pode ser Aplicada com vários Propósitos:
- Descobrir Questões para uma posterior Pesquisa Quantitativa
- Testar Ideias, Conceitos, Produtos ou Serviços
- Descobrir Novas Necessidades dos Clientes
- Co Criação de Produtos e Serviços
- Consumer Innovators
Alguns profissionais afirmam que os
"Clientes não Sabem o que Querem"
por este motivo não fazem Focus Group com Cliente
para Descobrir as suas Necessidades.
Mas se os "Clientes não Sabem o que Querem",
como estes mesmos profissionais
fazem Focus Group para Testar e Avaliar
a aceitação do Produto com os Clientes?
Acredito que o mais justo seria dizer:
"Os Clientes tem Dificuldade de Expressar o que Realmente Querem"
A Questão Chave então é:
Como Ajudar os Clientes a Descobrir, Perceber e Expressar as suas Reais Necessidades?
Acredito que precisamos no mínimo:
- Da Inteligência Coletiva de Vários Clientes
- Uma Metodologia Específica para este Fim
- Um Facilitador com Habilidade e Experiência
Um grupo de Clientes pode desempenhar uma melhor
Inteligência Coletiva com Metodologia Adequada e Facilitador Experiente.
Como Sabemos que o Cliente tem dificuldade de
Perceber, Descobrir, Organizar e Expressar as suas Necessidades,
devemos começar estimulando o cliente com Perguntas
de Maior Facilidade de Percepção e Resposta e
ir Aumentando o nível de Dificuldade Gradativamente.
A metodologia Innovation Decision Mapping (I.D.M.)
começa com perguntas de Fácil Percepção e
vai Aumentando a Dificuldade Gradativamente:
- Percepção de Sintomas: Fácil Percepção pelo Cliente / Onde Dói
- Percepção de Objetivos e Desejos: Um pouco mais Difícil / Aspirações
- Descobrir Diagnóstico: Difícil Percepção / Necessita de um Facilitador
- Criar Ideias e Soluções: Pode ser fácil ou difícil / Oportunidade para Co Criação
Vídeo no Youtube:
A metodologia deve ser conduzido por um Facilitador
com Habilidade e Experiência, principalmente para:
- Extrair o Conhecimento Tácito ou Percepção Intuitiva (Raciocínio Abdutivo)
- Organizar e Sintetizar o Conhecimento (Raciocínio Lógico Dedutivo e Indutivo)
Ainda são Raros os Facilitadores com Experiência no Brasil,
pois ainda são poucas as empresas que aderiram aos
processos de Inovação como Design Thinking ou Co Criação.
Na minha experiência, de mais de 18 anos facilitando
Workshop de Focus Group de Co Descoberta de Necessidades
eu percebo que este tipo de atividade traz outros Valores Percebidos.
O principal delas é que o Cliente convidado para participar do
Focus Group de Co Descoberta, não percebe a atividade como Pesquisa
e sim com Treinamento, Desenvolvimento ou Auto Conhecimento,
pois o Processo é de Intensa Aprendizagem para todos os participantes.
Em atividade B2B (Mercado Institucional) contribui também para Fidelizar o Cliente.
Para a empresa fornecedora, este processo acelera o Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços.
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M. (1994)
Referência na Facilitação de Reunião de Tomada de Decisão
(Reuniões mais Rápidas, Colaborativas e com maior Engajamento)
Eu percebo com frequência alguma dificuldade
das pessoas distinguirem duas perguntas diferentes:
Por Que?
Para Que?
De forma simplificada eu uso:
"Por que?" para Descobrir as Causas de um Sintoma
"Para que?" para Descobrir as Consequências Desejadas ou Objetivos
Abaixo um exemplo onde começamos com um Sintoma e
perguntamos "Por Que?" sucessivas vezes.
Um exemplo de ferramenta conhecida na qualidade é o Cinco Por Quês?,
mas dependendo da situação, podemos perguntar mais ou menos vezes
até descobrir a Causa ou Origem dos Sintomas.
Abaixo um exemplo onde começamos com um Desejo e
perguntamos "Para Que?" sucessivas vezes.
Uma exemplo de ferramenta conhecida na Pesquisa Qualitativa é o Laddering.
No Laddering, podemos perguntar quantas vezes quisermos,
mas geralmente o processo termina no "Para ser Feliz".
Este processo de encadeamento lógico: Por que? e Para que?
é resultado de um processo decisório, onde temos opções e escolha.
Eu acho interessante as pessoas terem também
um outro olhar destes dois processo:
Não somente como uma linha mas como Árvores de Possibilidades.
Um outro olhar interessante é perceber que um pode ser a continuação do outro,
como no exemplo abaixo:
Olhando agora para a Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping,
para cada etapa da metodologia eu:
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
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(Post Original)
Apenas informando o Treinamento Aberto:
- Facilitação de Workshop de Inovação e Design Thinking
O Objetivo deste Treinamento é Apresentar de Forma Prática:
- Raciocínio Lógico: Dedutivo, Indutivo e Abdutivo
- Processos, Metodologias, Ferramentas,
- Técnicas, Habilidades e Atitudes de Facilitação de Workshop de Inovação e
Desenvolvimento de Novos Serviços, Produtos, Negócios ou Projetos.
- Saber Como e Onde Aplicar o Design Thinking
Indicado para:
- Consultores e Facilitadores Internos ou Externos
- das Áreas de Inovação e Desenvolvimento, interessados em Vivenciar a Teoria na Prática
e Descobrir Oportunidades Reais de Aplicabilidade Imediata
de uma Metodologia Simples, Poderosa e Perene.
Agenda do Workshop:
1. Apresentação do Papel do Facilitador de Workshop de Inovação
2. Auto Apresentação dos Participantes: Cargo ou Função
3. Contextualização da Atividade Prática
4. Parte Prática: Vivenciar um Workshop de Inovação
- Raciocínio Lógico Abdutivo - Intuitivo
- Ferramentas: Brainstorming e Diagrama de Causa e Efeito
- Metodologia: Innovation Decision Mapping
- Processo: Design Thinking:
Foco do Cliente, Intuição, Equipe, Desenvolvimento e Protótipo
- Habilidade e Atitude do Facilitador de Workshop de Inovação
5. Case de Sucesso. Histórico desta atividade no Hub Escola:
- Hub Escola de Verão em Fevereiro de 2011
- Hub Escola de Inverno em Julho de 2011
6. Apresentação de Slides:
- Habilidade e Atitude do Facilitador:
. Dar Segurança aos Participantes
. Evitar mecanismos de Defesa: Racionalização, Omissão, Mentira, etc.
- Processos de Inovação:
. Design Thinking - Focus Group
. Co Criação
. Consumer-Innovator - Focus Group
- Metodologia de Inovação:
. Innovation Decision Mapping
- Ferramentas de Inovação:
. Brainstorming para gerar Opções
. Diagramas de Causa e Efeito para Priorizar
- Raciocínio Lógico:
. Discursivo: Dedutivo, Indutivo
. Intuitivo: Abdutivo
7. Aplicabilidade da Facilitação de Workshop:
- Estratégia
- Inovação
- Diagnóstico ou Gestão
- Aprendizagem
Esta Atividade será Facilitada por Eurico Gushi,
especialista na Facilitação de Workshop de Inovação e Design Thinking.
Com mais de 18 anos de experiência, já facilitou mais de 700 workshops e 4 mil Brainstormings.
Estuda e Pesquisa há mais de 30 anos os Processos de Facilitação de Aprendizagem e Heurística.
Data: dia 23/Abril/2012 das 19h00 às 22h45
Investimento R$ 160,00
Inscrições no Site do Hub Escola: www.hubescola.com.br/inscricoes
http://www.the-hub.com.br/hubescola/
Atenção: São apenas 35 Vagas que se Esgotam RAPIDAMENTE.
Uma preocupação comum no início do Workshop de Estratégia e Inovação
é a questão do "Aquecimento" do grupo.
É normal no início do Workshop as pessoas assumirem uma Posição Defensiva:
querem ouvir
tem medo de errar
não querem se expor
querem conhecer as regras
querem ter certeza do certo/errado
tem dúvidas em relação a punição/premiação
Existem várias formas de aquecimento:
atividades físicas
atividades cognitivas
atividades integrativas
Ao escolher a atividade é importante perguntar
para que eu quero uma atividade de aquecimento?
qual o objetivo do aquecimento?
No caso dos Workshop de Inovação o Objetivo é muito claro:
Tirar as pessoas da Posição Defensiva (Racionalização)
Lembrar que o Principal papel do Facilitador de Workshop é dar Segurança para o Participante contribuir
com Ideias, Percepções e Intuição (Experiência e Conhecimento Tácito).
A Racionalização leva as pessoas a Omitirem informações e até mentir,
não por maldade ou atitude destrutiva, mas sim por proteção, uma atitude defensiva.
Podemos começar por questionar se colocamos ou não as mesas para os participantes.
As mesas, de certa forma, servem como escudos de proteção,
baixando ligeiramente a guarda dos participantes.
Podemos eliminar as mesas no decorrer do workshop,
pois sem as mesas, acredito que conseguimos melhorar:
produtividade
qualidade
integração do grupo
comprometimento e engajamento
A principal regra do Brainstorming: "Sem Justificar"
tem como objetivo tirar as pessoas da posição defensiva.
Quanto eu tenho tempo e sinto a necessidade,
eu faço um exercício de Aquecimento
antes de iniciar a Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping.
Exemplo de Aquecimento - Brainstorming com Priorização:
super rápido, máximo de 10 minutos
tema simples como: "Criatividade", "Inovação" ou "Integração"
utilizo apenas uma folha de flipchart, 15 idéias
Este Brainstorming além de "Aquecer" o grupo,
serve também para Mostrar e Praticar:
a principal regra do Workshop: "Sem Justificar"
como funciona a geração de ideias com Brainstorming
o processo de escolha com votação (bolinhas)
o mecanismo de priorização com diagramas de causa e efeito
Iniciamos a Metodologia I.D.M Innovation Decision Mapping
com a etapa de Sintomas, que é a etapa menos crítica,
comparado com as outras duas etapas subsequentes: Objetivo e Diagnóstico,
ou seja, podemos considerar a etapa de Sintomas como mais uma etapa do aquecimento.
Algumas pessoas questionam se
fazer apenas um Brainstorming é o suficiente para aquecer o grupo e
eu sempre alerto para o problema que podemos ter se o grupo estiver Aquecido demais,
pois um Grupo Hilário, Contente ou Alegre demais também pode aumentar a Posição Defensiva.
A Risada pode ser um Mecanismo de Defesa e se assim for
o Aquecimento excessivo pode diminuir a Produtividade do Workshop
de Inovação, Diagnóstico ou Estratégia.
Lembrar que nos Processos de Aprendizagem, Inovação e Diagnóstico,
geralmente estamos Tirando os Participantes da Zona de Conforto,
o que gera necessidade de retroceder ou se defender.
Eu já presenciei muitos facilitadores da Aprendizagem Experiencial
pedindo para que os participantes pararem de Rir
em alguns momentos do Processo de Aprendizagem.
Algumas adultos ainda confundem Aprendizagem Experiencial com
Atividade de Recreação e Lazer.
Aprendizagem é um Processo de Descoberta (sair da zona de conforto),
muitas vezes enxergar a verdade dói,
e a risada pode representar uma fuga.
"Edgar Schein dismisses the popular notion that learning is fun”
Outro cuidado que devemos ter é em relação
ao Processo de Avaliação do Treinamento ou Workshop.
Algumas Avaliações (de Reação) querem apenas saber
se o Participante Gostou (Se divertiu) do Treinamento.
Ou seja, a forma de avaliação pode estimular o Facilitador a
aumentar o nível de Alegria e Diversão e assim
comprometer o Processo de Aprendizagem e Descobertas (Heurísticas e Diagnósticos)
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Um dos Objetivos (Output)
do Processo de Facilitação de Workshop
é conseguir o Protagonismo e Comprometimento das Pessoas com as Decisões.
É comum o Grupo Começar o Workshop:
na Posição Defensiva
com Postura de Vítima
Percebendo apenas Sintomas e
Sem Comprometimento
(Ambiente de Gestão e Controle)
Um dos Desafios do Processo de Facilitação de Workshop com I.D.M. é
transformar o Grupo melhorando a:
Posição Pro Ativa
Postura de Protagonista
Percebendo Objetivo e Diagnóstico
Comprometimento
(Ambiente de Inovação)
Abaixo um Exemplo Real de Workshop.
Seguimos as etapas da Metodologia Decision Mapping:
Começamos pelo Brainstorming de Sintomas,
pois é o que flui naturalmente do Grupo na posição de Vítima.
Em seguida continuamos com outros Brainstormings:
Objetivo, Diagnóstico e Solução.
Nestas etapas já estamos desenvolvimento no Grupo
o Protagonismo e o Comprometimento.
É importante a regra do Brainstorming
"Não Justificar", pois esta regra ajuda
a tirar os Participantes da Posição Defensiva.
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Exemplo Real:
No Primeiro Brainstorming (Sintomas)
o Grupo Prioriza como o maior Problema (Sintoma)
a Falta de Motivação.
Como o Grupo assume a Postura de Vítima,
o Grupo acha que a Desmotivação é resultado do "Ambiente".
Seguindo a metodologia Decision Mapping
O próximo Brainstorming é de Objetivos
e é comum o Grupo definir como Resultado Desejado
a "Realização Pessoal" ou "Auto Realização".
No Terceiro Brainstorming (Diagnóstico)
o Grupo Descobre que o grande Obstáculo é
a Falta de "Auto Conhecimento".
No Quarto Brainstorming (Solução)
não fica dúvida de que,
Para atingir o Resultado Desejado,
cada um precisa fazer a sua parte (Protagonismo/Comprometimento)
neste caso, cada um precisa Descobrir os Seus Objetivos Pessoais.
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O que me incomoda nesta situação é que
algumas empresas decidem gastar Recursos com Palestras Motivacionais (Ação Sintomática)
ao invés de ajudar os Colaboradores a Descobrir os seus Objetivos Pessoais (Ação Estratégica).
Este é um exemplo da área de RH,
mas encontramos Resultados Semelhantes em workshops
de Mkt, Vendas, Operações, Informática, etc.
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PS:
Quem realmente sabe ajudar uma Pessoa
a Descobrir os seus Objetivos Pessoais?
Acho que o Coach é uma ferramenta de Gestão,
que ajuda a Pessoa a atingir o seu Objetivo,
mas não acho que o Coach ajude (com ferramentas) a Pessoa a
descobrir os Sonhos, Objetivos, Valores, Necessidades etc.
Por incrível que parece, acho que a melhor ferramenta
para ajudar uma pessoa a descobrir os seus Reais Objetivos Pessoais
é o Laddering, uma ferramenta de Marketing.
Thomas J. Reynolds and Jonathan Gutman developed and introduced laddering in 1988,
based on Gutman’s Means-End Theory of 1982.
They describe product attributes, consequences, and values.
Product attributes produce consequences that produce personal meaning (values) for product users. http://www.focusgrouptips.com/laddering.html
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Um dos principais Benefícios da Metodologia I.D.M. é
ajudar na Priorização dos Problemas ou
Descobrir o Diagnostico (causa raiz)
A constante "Falta de Tempo" pode ser conseqüência de
não saber Priorizar os Problemas.
Vou tentar resumir aqui algumas formas de Priorizar os Problemas.
1. Definição Clara do Objetivo:
Para começar, é bom ter em mente que para cada Problema existe um Objetivo.
Se conseguirmos primeiro, priorizar os Objetivos, conseguimos também,
Priorizar os Problemas ou até ignorar a maioria deles.
Na ilustração acima:
Se o seu Principal Objetivo é o X, então o seu Problema é o X
Se o seu Principal Objetivo é o Y, então o seu Problema é o Y
É muito fácil cair na tentação de resolver primeiro o Problema A,
por ser o menor Problema ou por ser o Problema que se sabe resolver,
ficando na Zona de Conforto e obtendo assim, nenhum resultado no final.
Quando priorizamos problemas junto com outras pessoas (workshop)
temos a nosso favor as diferentes percepções de
quais são os Reais Problemas,
diminuindo assim a tendência de ficar na Zona de Conforto.
Uma das primeiras tarefas do Facilitador de Workshop
é se certificar de que todos os Participantes estão focados no mesmo Objetivo,
senão cada participante irá priorizar o seu problema ou sintoma,
não chegado nunca a um consenso de qual o Principal Problema ou Diagnóstico.
2. Diagnóstico ou Real Obstáculo.
Sabendo qual é o Objetivo, o próximo passo é fazer o Diagnóstico,
ou seja, Descobrir qual é o Obstáculo que impede de atingir o Objetivo desejado.
Diagnóstico = Obstáculo = Principal Problema
Na ilustração acima:
Não adianta resolver o problema A, pois este não leva ao Objetivo
O único caminho que leva ao Objetivo é o Problema X (Diagnóstico)
A Descoberta ou Percepção do Real Problema não é fácil como nesta ilustração,
por isso é uma vantagem quando temos várias pessoas compartilhando as Percepções em um Workshop.
3. Priorizar vários Problemas (Parcelas ou Análise)
Em alguns casos podemos ter mais de um Problema interferindo no Objetivo.
Neste caso podemos Priorizar os Problemas, para definir qual Resolver Primeiro.
Na ilustração acima, para Diminuir o Desperdício
é melhor resolver primeiro o Problema X .
Novamente alguém pode querer resolver primeiro o
problema Z, por ser a sua Zona de Conforto.
Se você tiver três equipes, uma para cada problemas está bem.
A pior situação e querer resolver na seqüência o Z, Y e X no final.
O trabalho em Grupo analisando todas as Percepções dos Problemas
pode gerar resultados melhores.
Na ilustração acima, para Aumentar o Fluxo do líquido azul para a direita
é melhor resolver primeiro o Problema X (obstáculo)
e fazer a avaliação desta ação.
Neste caso resolver os Problemas Y e Z (zona de conforto)
antes ou simultaneamente com o X
não irão agregar valor ao resultado desejado.
Somente após resolver o problema X
iremos agregar valor resolvendo o problema Y.
Melhoria contínua ou (PDCA)
Ver também A Teoria das Restrições (TOC)
de Eliyahu M. Goldratt - Livro A Meta - 1984
5. Priorização: Critérios e Percepção
Na situação acima podemos aumentar a resistência da corrente,
reforçando apenas um elo, o mais fraco de todos.
O problema é que é muito difícil Perceber qual é o elo mais fraco.
Só podemos ter certeza após a quebra deste elo em uma simulação de esforço.
Apesar desta ser a simulação mais complicada para a Priorização dos Problemas,
este é o Desafio mais comum que encontramos nos Workshop de Inovação, Diagnóstico ou Estratégia.
A qualidade ou experiência dos Participantes (e do Facilitador)
são fatores fundamentais nestas situações.
Por fim, vale lembrar novamente que a Priorização dos Problemas
geralmente é melhor quando realizado em grupo - Processo Colaborativo (workshop)
pois assim podemos usufruir de diferentes pontos de vistas ou Percepções.
No dia a dia das empresas eu percebo que muitos gestores
não sabem priorizar os problemas ou descobrir o diagnóstico,
então dividem o grupo em vários subgrupos e cada subgrupo resolve um problema,
sem nenhuma tentativa de Diagnóstico ou Priorização.
Um exemplo bem comum:
Fazer pesquisa de Clima (priorizar sintomas) (ou reclamações de clientes)
Fazer um workshop com vários subgrupos, cada subgrupo com um sintoma
Cada subgrupo faz um brainstorming de ideias para solucionar um sintoma
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M. (1994)
Referência na Facilitação de Workshop de Plan. de Mudança, Estratégia e Inovação
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Vez ou outra o termo "Geração Y" bate à minha porta e
eu fico com algumas dúvidas.
Eu Sei que a Geração Y:
Nasceram na Era do Conhecimento
Tem Acesso a uma Infinidade de Informações
Tem o domínio das Tecnologias de Informação
Eu não sei se a Geração Y tem:
Um bom Raciocínio Lógico: . Organização do Pensamento . Comunicação: Simples e Clara . Análise e Agrupamento (Raciocínio Lógico Dedutivo) . Síntese e Relação de Causa e Efeito (Raciocínio Lógico Indutivo)
Um bom Auto Conhecimento . Valores e Propósito . Visão de Longo Prazo: Sonhos e Objetivos
Começando pelo Raciocínio Lógico,
vamos analisar apenas dois tipos:
Análise ou Raciocínio Dedutivo
Síntese ou Raciocínio Indutivo
O primeiro tipo, Raciocínio Dedutivo, é um pouco mais simples e envolve:
Análise: Quebra do Todo em Partes Componentes
Organização, Agrupamento, Categorização e Inclusão Hierárquica
Geração de Idéias e Solução de Problemas
Já conhecemos muitas ferramentas de Análise e Agrupamento:
Diagrama em Árvore, Mapas Mentais, Diagrama de Ishikawa
Gráfico de Barras, Sistema Cartesiano, Histogramas
Gráfico de Pizza, Diagrama de Venn, etc.
Checklists: Swot Analysis, Pest Analysis
Na prática as ferramenta de Análise nos ajudam a Solucionar Problemas e
no caso da Geração Y que tem muita Informação
é fácil partir para a Soluções dos Problemas, (imediatismo) sem antes
diferenciar Sintomas (Problema Percebido) de Diagnóstico (Problema Raiz).
O Raciocínio Lógico de Síntese ou Indutivo engloba:
As Relações de Causa e Efeito
Probabilidades
Diagnóstico
Dúvida, Curiosidade, Investigar, Perguntar, Aprender, Heurística, etc.
Já conhecemos algumas Ferramentas e Metodologias de
Síntese ou Relação de Causa e Efeito:
Strategy Map do BSC: Pessoas, Processos, Clientes, Financeiro
Na prática o Pensamento Indutivo ou de Causa e Efeito,
nos ajuda a ordenar as idéias, podendo criar uma narrativa ou historinha.
Eu uso a Metodologia ID.M. Innovation Decision Mapping em dois momentos:
Primeiro Momento (Heurística - Backward):
Descobrir Objetivo a partir dos Sintomas
Descobrir Diagnóstico a partir do Objetivo
Descobrir Idéias (Solução) a partir do Diagnóstico
Segundo Momento (Comunicação - Forward)
A Solução elimina o Diagnóstico e Atingimos o Objetivo
e por tabela podemos também eliminar os Sintomas Percebidos.
O Que eu tenho percebido nas facilitações de Workshop:
1. A Geração X: - Usa o Raciocínio Indutivo - Reclama da falta da Definição Claro dos Objetivos na Empresa - Sentem dificuldade de fazer um bom Planejamento (Diagnóstico)
2. A Geração Y: - Usa o Raciocínio Dedutivo - Reclama da falta de aceitação das suas Idéias (Sintomas) - Sentem dificuldade de Implementar ou Executar as suas Idéias
Tenho observado alguns conflitos ou desentendimentos
entre diferentes gerações em função da forma dominante de pensamento:
Geração X: Indutivo
Geração Y: Dedutivo
Por fim, não sei que a Geração Y tem um bom Auto Conhecimento:
Definir com clareza o seu Propósito e Valores
Definir com clareza os seus Objetivos de Longo Prazo
Não sei o quanto ou como
o Excesso de Informação e sua Ativa Participação nas Redes Sociais
influenciam no seu nível de Auto Conhecimento,
mas como este Blog já está longo, vou deixar este assunto para outro Blog,
mas como dica deixo abaixo dois conceitos que podem ajudar no Auto Conhecimento
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
O artigo me fez lembrar de algumas coisas que me incomodam
quando se fala de Inovação.
A primeira coisa que me incomoda é
a pouca importância que se dá para a Aprendizagem.
Na minha percepção a Aprendizagem é a "Semente",
que gera qualquer Processo de Mudança.
O Resultado deste Mudança pode ser Percebida como:
Revolução, Inovação, Criatividade ou Melhoria.
A segunda coisa que me incomoda é que
existem muitos artigos sobre Inovação,
mas que no fundo eles não ensinam a Inovar,
pois não ensinam a Aprender:
O Processo de Aprendizagem envolve:
Processo Heurístico ou de Descobertas
De Tentativa e Erro ou Método Científico
Capacidade de Criar Dúvidas e Soluções - Serendipidade
Métodos de Problem Solving: Backward, Wishful Thinking, Simplificação, Generalização, etc,
Metodologias: Como o I.D.M. Innovation Decision Mapping, CPS, Double Loop Learning, Means End Analysis, Pirâmide de Minto, etc.
Raciocínio Lógico de Agrupamento (Dedutivo) ou Causa e Efeito (Indutivo)
Gestão (Compartilhamento) do Conhecimento Tácito nas Empresas
etc.
Mas talvez o mais importante seja:
A Liderança tem a Competência para Acelerar a Aprendizagem do Liderado?
A Liderança é Facilitadora da Aprendizagem?
A Terceira Coisa que me Incomoda é ver
a busca desenfreada por Receitas Milagrosas de Inovação.
Tem gente que acha que basta assistir uma palestra Internacional de duas horas
ou ler um livro que já é suficiente para sair Inovando.
O resultado desta atitude imediatista é
um Custo elevado com Treinamento, pouco Resultado e Palestrantes Gurus ricos.
Cada ano tem uma novidade que vira Moda:
Design Thinking ou Co Criação
Blue Ocean Strategy
Built to Last
High Performance Team
Learning Organization
Reengenharia
Qualidade
A solução é (Habilidade ou Competência em usar as Ferramentas):
Conhecer Processos, Metodologias e Ferramentas de Aprendizagem/Inovação
Praticar, Praticar, Praticar, Errar, ...
Adaptar as Ferramentas à sua Realidade ou Criar novas
Todo esse processo não dura menos de três anos.
Eu mesmo demorei mais de três anos até perceber que o Brainstorming
do jeito que é ensinado nos livros americanos, não funciona tão bem no Brasil,
então eu simplesmente mudei a regra principal do Brainstorming
de: Não Julgue as Idéias
para: Não Justifique as Idéias (ou percepções)
Eu também tive que criar uma nova Metodologia: I.D.M. Innovation Decision Mapping,
pois as metodologias Americanas não eram tão eficazes no Brasil
da mesma forma que pareciam ser lá fora.
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Recentemente recebi a seguinte dúvida:
Em que momento do Processo de Inovação
o Facilitador de Workshop pode atuar?
Uma resposta bem simples é:
Em Qualquer Momento onde as Pessoas, Juntas,
Criam Novos Conhecimentos ou Tomam Decisões.
Para isso precisam Compartilhar, Priorizar e Organizar o Conhecimento.
No Processo de Inovação o Desafio é um pouco maior
pois o Conhecimento mais precioso é o Conhecimento Tácito.
Temos o Conhecimento Tácito tanto dos Clientes e Consumidores
quando dos Colaboradores da Própria Empresa, Fornecedores e Parceiros.
Para explorar o Conhecimento Tácito o Facilitador precisa dominar
os Processos Intuitivo e Heurístico.
Olhando o Processo de Inovação,
podemos identificar Quatro Pontos
onde o Facilitador de Workshop pode Atuar:
1. Priorização de Oportunidades de Crescimento ou Estratégia
2. Descobrir as Necessidades Percebidas pelos Clientes
3. Desenvolvimento do Novo Produto ou Serviço
4. Planejamento da Implementação
1. Priorização de Oportunidades de Crescimento ou Estratégia.
Este Workshop é realizado com a Equipe Multidisciplinar interna da empresa,
e eventualmente com alguns convidados externos
(clientes, distribuidores, fornecedores, pesquisadores, especialistas ou parceiros).
Neste Workshop é definido:
- Onde existe Oportunidade de Crescimento ou Inovação
- Qual o Segmento de Clientes ou Público Alvo em Potencial
- Algumas Idéias Genéricas de Produtos ou Serviços
A metodologia utilizada é o Innovation Decision Mapping:
- Sintomas: Ameaças ou Oportunidades para a Empresa
- Resultado Desejado: Visão ou Objetivo
- Diagnóstico: Questão Chave ou Público Alvo
- Idéias: de Produto, Serviço ou Público Alvo
Neste Workshop o Foco são as Necessidades e Estratégias da Própria Empresa
e não do Consumidor.
2. Descobrir as Necessidades Percebidas pelos Clientes:
Após o primeiro Workshop, onde definimos o Público Alvo,
realizamos um Workshop de Focus Group com 12 clientes em potencial para descobrir:
- Desejos
- Necessidades
- Percepção de Valor
A metodologia utilizada é o Innovation Decision Mapping:
As Etapas mais Importantes são: Sintomas, Resultado Desejado e Diagnóstico,
mas podemos fazer um exercício de Geração de Idéias de Produtos e Serviços.
Neste Workshop o Foco são as Necessidades dos Clientes ou Consumidores,
esta é a diferença fundamental em relação ao primeiro Workshop.
3. Desenvolvimento do Novo Produto ou Serviço:
Este Workshop geralmente é Realizada com uma Equipe Multidisciplinar da Empresa.
Este é o momento Importante para exercer a Empatia e se colocar na pele do Consumidor.
Novamente utilizamos a metodologia Innovation Decision Mapping,
passando rapidamente pelas etapas Sintomas e Objetivo e
Focando a atenção nas Etapas Diagnóstico e Geração de Idéias de Produtos ou Serviços
que serão Testadas - Protótipos.
4. Planejamento da Implementação:
Neste Workshop de Planejamento da Implementação e Gestão
é importante convidar as pessoas que irão Implementar e fazer a Gestão
do novo Produto ou Serviço, por três motivos:
- Eles tem Conhecimento (Tácito), Vivência e Experiência
- Eles sabem o que pode dar Errado (Lei de Murphy)
- Para obter o Comprometimento com a Inovação
Novamente utilizamos a metodologia Innovation Decision Mapping:
- Objetivo: Resultados Desejados ou Metas
- Diagnóstico: Fatores Críticos de Sucesso
- Plano de Ações: O Que, Como, Quem, Quando, etc.
Eu nunca foi contratado para Facilitar os Quatro Workshop acima
na seqüência para um mesmo projeto.
O mais comum é Facilitar um ou dois Workshops em cada Projeto.
mas isso é para estudar caso a caso em função de inúmeras variáveis:
importância, criticidade, conflito, oportunidade, investimento, potencial, etc.
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Dependendo da Metodologia de Inovação adotada,
podemos ter mais ou menos Workshops.
A escolha da metodologia depende da Cultura de Inovação da Empresa.
Na Metodologia Design Thinking podemos ter dois Workshops:
Um só com Cliente
Outro só com a Equipe Multidisciplinar da Empresa (Empatia)
Na Metodologia Co-Criação podemos ter um único Workshop:
Com Clientes e Equipe de Empresa Co-Criando as Idéias
ou o que é muito comum: Cliente Interno com Fornecedor Interno Co-Criando Juntos.
Na Metodologia "Consumer-Innovator"
podemos ter um único Workshop de Focus Group:
- Somente com os Clientes Desenvolvendo as Idéias de Produtos e Serviços.
Neste caso é Fundamental ter um Facilitador Experiente.
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia IDM
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Eu tenho chamada a atenção para o perigo de
gerar Idéias Criativas prematuramente
sem antes fazer um Bom Diagnóstico
(descobrir o Real Problema ou Obstáculo).
Este artigo alerta para o perigo de construir Protótipo "perfeitos"
sem antes definir o Problema (Diagnóstico).
O que pode Estimular, prematuramente,
a Geração de Idéias e Protótipo é a leitura superficial
do Processo de Design Thinking:
Inspiração: Oportunidade e Necessidades
Ideação: Brainstorming e Protótipo
Implementação: Gestão Operacional
Para um olhar superficial do Processo de Design Thinking
parece que não existe uma Etapa Heurística de Descoberta do Diagnóstico.
Aqui no Brasil, o que eu tenho orientado é para seguir todas as Etapas
da Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping:
Sintoma: Perceber o Sintoma como Oportunidade de Inovação
Resultado Desejado: Descobrir qual o Resultado Desejado do Cliente ou Consumidor
Diagnóstico: Descobrir o que Realmente Impede o Cliente de atingir o Resultado Desejado
Idéias e Protótipo: Somente a partir desta etapa é que pensamos na Solução
Implementação: Gestão Operacional
Seja Simples
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudanças, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/