Base para um Processo de Planejamento (Mapa / Pistas)
Ponto de Partida de um Projeto (Serviço)
Conclusão: O I.D.M. (Canvas A2) é uma Ferramenta Ideal para ser preenchida durante uma Reunião de Briefing.
Eu já faço isso nas minhas visitas à clientes.
I.D.M. (Canvas A2) como Ferramenta de Briefing:
Auda o Cliente (Interno ou Externo) a Descobrir o que Quer
Ajuda o Fornecedor a Entender a Necessidade do Cliente
Processo que Clarifica a Comunicação (Visual / Mapa)
Documentação (I.D.M. Canvas A2)
I.D.M. Padrão - Canvas
Seja Simples. Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M. Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Quando: 20/Setembro/2013 - Sexta Feira - das 09h00 as 17h00 (Duração 07h)
Onde: The Hub São Paulo - Rua Bela Cintra, 409 - Metro Paulista/Consolação
Evento Confirmado
O Objetivo deste treinamento "O Líder Facilitador" é Desenvolver as seguintes Competências da Liderança:
Inovação
Raciocínio Lógico
Tomada de Decisão
Trabalho em Equipe
Pensamento Estratégico
Planejamento e Organização
Saber Ouvir e Comunicação Clara
Desenvolvimento de Pessoas/Talentos
Iremos ministrar os Conteúdos dos Módulos Básico e Avançado do curso de Formação de Facilitadores de Workshop com IDM em um único dia, focando as Necessidades (Competências) dos Profissionais que ocupam a posição de Liderança ou Talentos em Processo de Desenvolvimento para ocupar posições de Liderança na Organização.
Quando: 20/Setembro/2013 - Sexta Feira - das 09h00 as 17h00 (Duração 07h)
Onde: The Hub São Paulo - Rua Bela Cintra, 409 - Metro Paulista/Consolação
O 8o.Encontro dos Facilitadores de Workshop de Plan. Estratégico e Inovação com IDM (Módulo Avançado) será:
Dia 26/Fev/2013 - 3a.feira - das 18h30 as 21h30
O Encontro de Facilitadores de Workshop corresponde ao Módulo Avançado do Curso de Formação de Facilitadores de Workshop.
Pré Requisito: conhecer o I.D.M. (Módulo Básico)
Missão dos Encontros de Facilitadores de Workshop de Estratégia e Inovação com I.D.M.:
Dar Oportunidade para o Participante Desenvolver Habilidades de Facilitação do I.D.M., Aumentar o seu Portfólio de Serviços e Estabelecer Parcerias e Network
Objetivos do encontro:
Praticar, Praticar, Praticar a Facilitação de WS
Aumentar a Segurança na Facilitação de WS com IDM
Integrar os Facilitadores de WS, Network e Fazer Parcerias
Descobrir como Gerar Serviços para todos os Facilitadores Capacitados
Metodologias e Ferramentas:
Ferramentas: Brainstorming e Priorização
Metodologia: I.D.M. Innovation Decision Mapping
Técnicas de Facilitação de Workshop de Estratégia/Inovação
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Eu já fiz vários IDM (Innovation Decision Mapping) nas Empresas com o Tema:
- Como Tornar a Empresa mais Inovadora
Entre as Alternativas (no Brainstorming) de Diagnóstico e Ideias,
quase sempre apareceram:
- Ouvir o Cliente ou Consumidor
- Integração de Áreas (Ouvir o Cliente Interno)
- Cultura da Empresa
- Palestra para Pensar Fora da Caixa
- Caixa de Sugestões
Na maioria dos Casos,
a conclusão que chegamos é que o Diagnóstico (Questão Chave)
gira em torno das duas Opções:
- Ouvir o Cliente ou Consumidor
- Integração de Áreas (Ouvir o Cliente Interno)
Na fase de Ideias,
as duas opções abaixo aparecem no Brainstorming,
mas nunca são selecionadas como as melhores ideias:
- Palestra para Pensar Fora da Caixa
- Caixa de Sugestões
Estes exercícios com IDM, com resultados parecidos,
me faz acreditar que para Desenvolver uma Cultura de Inovação
o Ponto Chave é:
- Ouvir o Cliente ou Consumidor (Design Thinking / Focus Group)
- Integração de Áreas (Ouvir o Cliente Interno)
O que me deixa intrigado é que muitas empresa escolhem
colocar em prática exatamente
as duas Opções que nunca são as mais escolhidas no IDM:
- Implantar as Caixinhas de Sugestão
- Dar Palestras para Pensar Fora da Caixa
Eu acho que estas duas ideias são escolhidas
por Lideranças que não querem realmente criar uma Cultura de Inovação.
Escolhem estas duas Opções por assumir uma Postura Defensiva (Vítimas),
não querem Mudanças, Inovações ou Protagonismo.
Muitas vezes esta Postura/Atitude Defensiva é Inconsciente ou Racionalizada.
Por outro lado, Lideranças que realmente querem
criar uma Cultura de Inovação Aprendem/Investem em:
- Ouvir os Clientes e Consumidores (Design Thinking / Focus Group)
- Integração das Áreas (Workshops Fornecedor-Cliente Interno / Co Criação)
Uma solução para as duas situações acima é aprender
a Facilitar/Realizar Workshops de Inovação com IDM
em Equipes Multidisciplinares
a exemplo da GE com o Work-Out.
Felicidade
Eurico Gushi
Facilitador de Workshop de Estratégia, Diagnóstico e Inovação
http://facilitadordeworkshopdeinovacao.blogspot.com/
CRIAVIVA Consultoria - Workshop de Estratégia e Inovação
www.criaviva.com.br - criaviva@yahoo.com.br
Existem dois modelos de Gestão do Conhecimento:
- O Modelo Americano com Foco na Tecnologia de Informação
- O Modelo Japonês com foco nas Pessoas e Socialização
Os dois modelos são importantes e entregam resultados complementares.
O Modelo Americano:
- Tem o Foco na Tecnologia de Informação
- Orientado para Comunicação Impessoal / Sistemas
- Compartilha (Distribui) o Conhecimento Explícito
- Gera Aprendizagem Individual / E-learning
- Entrega como Resultado: Excelência Operacional
O Modelo Japonês:
- Tem o Foco nas Pessoas e na Socialização
- Orientado para Comunicação Pessoal / Diálogo
- Integra (Combina) o Conhecimento Tácito e Explícito
- Gera Aprendizagem Coletiva (Processo Colaborativo) e Individual
- Entrega como Resultado: Descoberta, Inovação e Estratégia (Visão)
O Processo ou Ciclo do Modelo Americano contempla as seguintes etapas:
- Identificar e Coletar Informação
- Estruturar: Organizar e Arquivar
- Fácil Acesso: Disponibilizar e Compartilhar
- Utilizar e Aplicar
Referência: Davenport & Prusak
O Processo ou Ciclo do Modelo Japonês contempla as seguintes etapas:
- Socialização (Interação e Experiência)
- Externalização (Expor o Conhecimento Tácito)
- Combinação (Combinar Conhecimento Tácito - Explícito)
- Internalização (Aplicar, Experimentar e Adquirir novo Conhecimento Tácito)
Referência: Modelo SECI de Gestão do Conhecimento - Nonaka and Takeuchi
Os dois modelos são importantes e se complementam
- Modelo Japonês com Foco na Criação do Conhecimento
- Modelo Americano com Foco na Distribuição do Conhecimento
-------------------------------------------------------------------------------- O Processo de Facilitação de Workshop de Diagnostico, Inovação e Estratégia é uma Especialização e tem com Objetivo Criar Novo Conhecimento a partir da: - Socialização - Comunicação Pessoal - Externalização do Conhecimento Tácito - Combinação do Conhecimento - Processos Colaborativos - Inteligência Coletiva - Raciocínio Lógico - Co Descoberta - Co Criação
Seja Simples.
Eurico Gushi - Facilitador de Reunião de Tomada de Decisão
Propósito: "Tornar as Reuniões de Tomada de Decisão mais Rápidas e Produtivas"
Sabemos da importância do tema Clima Organizacional e
na prática eu vejo duas linhas de trabalhado ou Resultado Desejado.
Resultado Desejado 1: Melhoria dos Indicadores de Clima
Resultado Desejado 2: Melhoria do Clima Organizacional
Nem sempre a "Melhoria dos Indicadores de Clima"
implica em "Melhoria do Clima Organizacional" e vice versa,
pois os Indicadores são sempre os mesmos e
as necessidades das pessoas mudam.
"Quando a gente acha que tem todas as respostas,
vem a vida e muda todas as perguntas"
Luís Fernando Veríssimo
A Pesquisa de Clima Organizacional já é bastante conhecida e
vale lembrar que temos dois tipos de Pesquisas:
Pesquisa Quantitativa
Pesquisa Qualitativa
Eu percebo que existe uma correlação
entre o Método de Pesquisa e o Resultado Desejado:
Se o resultado desejado é apenas a Melhoria dos Indicadores de Clima Organizacional, usamos predominantemente a Pesquisa Quantitativa pré definida.
Se o Resultado Desejado é a Melhoria do Clima Organizacional usamos predominantemente a Pesquisa Qualitativa.
Geralmente o Processo para Melhoria dos Indicadores
segue as Seguintes Etapas:
Realização da Pesquisa Quantitativa
A mesma Pesquisa do Ano anterior
Periodicidade: Anual
Foco nos Indicadores com Menores "Notas"
Comparação com Ano anterior ou outras Empresas
Workshop com divisão em Grupos, cada Grupo com um Indicador
Foco Sintomático
O Processo para a Melhoria do Clima
pode seguir as Seguintes Etapas:
Realização de Workshops Mensais: por Equipe, Área ou Setor
Duração do Workshop: Uma hora ou menos
Brainstorming Qualitativo
Foco na Percepção de Valor: Diagnóstico
Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping
Comparação entre as duas Linhas de Trabalho:
Visão de Melhoria dos Indicadores de Clima:
As Perguntas são sempre as mesmas
Foco na Comparação com Ano anterior ou outro Empresa
"Mais do Mesmo"
Foco Sintomático
Cultura Defensiva e Reativa
Single Loop Learning
Visão de Melhoria de Clima Organizacional:
Descoberta da Pergunta Certa: Nova ou Velha
Foco no Diagnóstico
Foco na Percepção de Valor dos Colaboradores
Cultura Inovadora ou Pró Ativa
Double Loop Learning
A área de RH pode usar as Ferramentas da área de Marketing
para obter o Resultado de "Melhoria de Clima Organizacional":
Focus Group / Pesquisa Qualitativa
Brainstorming
Design Thinking
Estratégia do Oceano Azul
Organização de Aprendizagem
Inovação com Valor Percebido
Metodologia I.D.M. - Innovation Decision Mapping
Sugestão de estudo para quem estiver interessado:
Comece pela "Estratégia do Oceano Azul" - Valores Percebidos
Continue com Design Thinking
Aprofunde o estudo com Double Loop Learning
Na Prática, utilize as ferramentas:
Focus Group, Pesquisa Qualitativa,
Brainstorming e Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping
---------------------------------------------------------
Abaixo outros artigos relacionados, que podem ajudar:
- Oportunidades para Aplicar a Facilitação de Workshop de Inovação
Data e Horário:
- Dia 16/Junho/2012 - Sábado - das 09h00 as 13h00
Local:
- The Hub São Paulo - Rua Bela Cintra, 409 - Metro Paulista ou Consolação
Dados para Inscrição (enviar para criaviva@yahoo.com.br):
- LOTADO - Já temos 24 inscritos.
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
Algum tempo atrás eu percebi que muita gente tem
uma Visão bastante limitada da Ferramenta Focus Group,
então resolvi escrever este Post para ampliar esta Visão.
O Focus Group é mais que uma Ferramenta de Pesquisa Qualitativa
e pode ser Aplicada com vários Propósitos:
- Descobrir Questões para uma posterior Pesquisa Quantitativa
- Testar Ideias, Conceitos, Produtos ou Serviços
- Descobrir Novas Necessidades dos Clientes
- Co Criação de Produtos e Serviços
- Consumer Innovators
Alguns profissionais afirmam que os
"Clientes não Sabem o que Querem"
por este motivo não fazem Focus Group com Cliente
para Descobrir as suas Necessidades.
Mas se os "Clientes não Sabem o que Querem",
como estes mesmos profissionais
fazem Focus Group para Testar e Avaliar
a aceitação do Produto com os Clientes?
Acredito que o mais justo seria dizer:
"Os Clientes tem Dificuldade de Expressar o que Realmente Querem"
A Questão Chave então é:
Como Ajudar os Clientes a Descobrir, Perceber e Expressar as suas Reais Necessidades?
Acredito que precisamos no mínimo:
- Da Inteligência Coletiva de Vários Clientes
- Uma Metodologia Específica para este Fim
- Um Facilitador com Habilidade e Experiência
Um grupo de Clientes pode desempenhar uma melhor
Inteligência Coletiva com Metodologia Adequada e Facilitador Experiente.
Como Sabemos que o Cliente tem dificuldade de
Perceber, Descobrir, Organizar e Expressar as suas Necessidades,
devemos começar estimulando o cliente com Perguntas
de Maior Facilidade de Percepção e Resposta e
ir Aumentando o nível de Dificuldade Gradativamente.
A metodologia Innovation Decision Mapping (I.D.M.)
começa com perguntas de Fácil Percepção e
vai Aumentando a Dificuldade Gradativamente:
- Percepção de Sintomas: Fácil Percepção pelo Cliente / Onde Dói
- Percepção de Objetivos e Desejos: Um pouco mais Difícil / Aspirações
- Descobrir Diagnóstico: Difícil Percepção / Necessita de um Facilitador
- Criar Ideias e Soluções: Pode ser fácil ou difícil / Oportunidade para Co Criação
Vídeo no Youtube:
A metodologia deve ser conduzido por um Facilitador
com Habilidade e Experiência, principalmente para:
- Extrair o Conhecimento Tácito ou Percepção Intuitiva (Raciocínio Abdutivo)
- Organizar e Sintetizar o Conhecimento (Raciocínio Lógico Dedutivo e Indutivo)
Ainda são Raros os Facilitadores com Experiência no Brasil,
pois ainda são poucas as empresas que aderiram aos
processos de Inovação como Design Thinking ou Co Criação.
Na minha experiência, de mais de 18 anos facilitando
Workshop de Focus Group de Co Descoberta de Necessidades
eu percebo que este tipo de atividade traz outros Valores Percebidos.
O principal delas é que o Cliente convidado para participar do
Focus Group de Co Descoberta, não percebe a atividade como Pesquisa
e sim com Treinamento, Desenvolvimento ou Auto Conhecimento,
pois o Processo é de Intensa Aprendizagem para todos os participantes.
Em atividade B2B (Mercado Institucional) contribui também para Fidelizar o Cliente.
Para a empresa fornecedora, este processo acelera o Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços.
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M. (1994)
Referência na Facilitação de Reunião de Tomada de Decisão
(Reuniões mais Rápidas, Colaborativas e com maior Engajamento)
Acredito que a Dificuldade para Descobrir Necessidades dos Clientes
não esteja em saber quais são as Perguntas a Fazer,
mas sim em Saber Classificar ou Categorizar as Respostas e
Saber o que Fazer com as Respostas.
As Respostas podem ser Categorizados ou Classificadas em:
Solução
Problema (Sintoma ou Diagnóstico)
Objetivo (ou Resultado)
Se Cliente pede a Solução (uma Aspirina)
não temos muito que inovar,
o produto já existe. Basta "Tirar o Pedido"
Se o Foco do Cliente está em um Problema,
aí sim temos Oportunidade para Inovar ou
desenvolver uma Solução para este Problema.
Se o Foco do Cliente está em um Objetivo,
acho que temos mais Chance de Inovar
pois temos mais Oportunidade ou Espaço para Inovar.
Se partirmos do Princípio que temos
estas Três Categorias de Necessidades, então
podemos fazer Perguntas Direcionadas para cada Categoria de Necessidades.
Para isso eu utilizo a Metodologia I.D.M.- Innovation Decision Mapping
que está numa sequencia lógica passando por todas as
três Categorias de Necessidades dos Clientes.
Primeiro: Pergunto por Sintomas,
que é o tipo de Problemas que o Cliente Percebe fácil.
Segundo: Pergunto por Objetivos (Resultados Desejados),
que o Cliente de certa forma Sente.
Terceiro: Pergunto por Diagnóstico,
que é o tipo de Problema que impede de atingir o Objetivo
e muitas vezes o cliente não percebe por si só,
necessitando de alguma ajuda ou estímulo.
Quarto: Pergunto por possíveis Soluções (Ideias)
que o Cliente gostaria de receber.
Desta forma eu tenho as Necessidades nas três categorias:
Objetivo, Problema e Solução.
A partir desta coleta vem o trabalho de Análise e
Decisão de qual o Ponto de Partida para um Projeto de Inovação.
Descobrir Necessidades dos Clientes não é uma tarefa fácil,
pois os clientes não Percebem de forma Clara as suas Necessidades,
por este motivo eu prefiro utilizar o
Processo de Co Descoberta de Necessidades
através de Workshops de Focus Group aplicando a
Metodologia I.D.M. Innovation Decision Mapping (Processo Colaborativo)
Seja Simples. Eurico Gushi - Facilitador de Reunião de Tomada de Decisão Propósito: "Tornar as Reuniões de Tomada de Decisão mais Rápidas e Produtivas"
Olá Amigos do Grupo Líder Facilitador
O tema "Percepção de Valor" é
Fascinante e Complicado ao mesmo tempo, afinal:
O que é Percepção? e
O que é Valor?
Podemos começar por explorar Valor como sendo o Preço de um Produto.
Neste caso, surgem novas Dúvida:
Valor = Preço = CUSTO do Fornecedor mais Lucro? ou
Valor = Preço = BENEFÍCIO para o Cliente?
Um exemplo bem simples:
Um Produto Importado similar ao Nacional
pode ter o Preço Maior que o produto nacional:
Porque tem um Custo Maior (Logística)? ou
Porque agrega um Benefício (Emocional) para o Cliente (Status)?
Outro exemplo bem simples.
Em um aeroporto, uma Lan House disponibiliza acesso a internet
o custo por hora utilizando o Computador da Lan House é R$ 10,00
Pergunta:
Quanto custa, por hora de acesso, utilizando o próprio Notebook do cliente?
R$ 5,00 pois o Custo da Lan House Fornecedora é menor? ou
R$ 15,00 pois o Benefício do Cliente é maior utilizando o próprio Notebook?
É muito comum um Fornecedor:
Desenvolver um Novo Produto ou Serviço sem ouvir o Cliente
Estipular o Preço com base nos seus Custos sem Conhecer a Percepção de Valor do Cliente
Existe muita Oportunidade no mercado para as empresas:
Aumentarem a Percepção de Valor do Cliente e ao mesmo tempo
Diminuir o seu Custo Operacional
mas a chave para tudo isso é:
Conhecer o Cliente
Conhecer o Negócio do Cliente
Conhecer os Processos do Cliente
Conhecer os Clientes do Cliente
e uma forma para ter este conhecimento é
fazendo Workshop com os Clientes (Foco do Cliente):
Workshops Estratégicos (Estratégia dos Clientes)
Workshops de Diagnóstico (Diagnóstico dos Clientes)
Este Workshop Estratégico com Clientes
é um tipo diferente de Focus Group
é para Desenvolver a Estratégia ou Diagnóstico do Cliente
não é para ouvir as Necessidades dos Clientes (este é um benefício indireto)
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M.
Facilitador de Workshop de Planejamento de Mudança, Estratégia e Inovação http://metodologia-idm.blogspot.com.br/
---------------------------
(Post Original)
Apenas informando o Treinamento Aberto:
- Facilitação de Workshop de Inovação e Design Thinking
O Objetivo deste Treinamento é Apresentar de Forma Prática:
- Raciocínio Lógico: Dedutivo, Indutivo e Abdutivo
- Processos, Metodologias, Ferramentas,
- Técnicas, Habilidades e Atitudes de Facilitação de Workshop de Inovação e
Desenvolvimento de Novos Serviços, Produtos, Negócios ou Projetos.
- Saber Como e Onde Aplicar o Design Thinking
Indicado para:
- Consultores e Facilitadores Internos ou Externos
- das Áreas de Inovação e Desenvolvimento, interessados em Vivenciar a Teoria na Prática
e Descobrir Oportunidades Reais de Aplicabilidade Imediata
de uma Metodologia Simples, Poderosa e Perene.
Agenda do Workshop:
1. Apresentação do Papel do Facilitador de Workshop de Inovação
2. Auto Apresentação dos Participantes: Cargo ou Função
3. Contextualização da Atividade Prática
4. Parte Prática: Vivenciar um Workshop de Inovação
- Raciocínio Lógico Abdutivo - Intuitivo
- Ferramentas: Brainstorming e Diagrama de Causa e Efeito
- Metodologia: Innovation Decision Mapping
- Processo: Design Thinking:
Foco do Cliente, Intuição, Equipe, Desenvolvimento e Protótipo
- Habilidade e Atitude do Facilitador de Workshop de Inovação
5. Case de Sucesso. Histórico desta atividade no Hub Escola:
- Hub Escola de Verão em Fevereiro de 2011
- Hub Escola de Inverno em Julho de 2011
6. Apresentação de Slides:
- Habilidade e Atitude do Facilitador:
. Dar Segurança aos Participantes
. Evitar mecanismos de Defesa: Racionalização, Omissão, Mentira, etc.
- Processos de Inovação:
. Design Thinking - Focus Group
. Co Criação
. Consumer-Innovator - Focus Group
- Metodologia de Inovação:
. Innovation Decision Mapping
- Ferramentas de Inovação:
. Brainstorming para gerar Opções
. Diagramas de Causa e Efeito para Priorizar
- Raciocínio Lógico:
. Discursivo: Dedutivo, Indutivo
. Intuitivo: Abdutivo
7. Aplicabilidade da Facilitação de Workshop:
- Estratégia
- Inovação
- Diagnóstico ou Gestão
- Aprendizagem
Esta Atividade será Facilitada por Eurico Gushi,
especialista na Facilitação de Workshop de Inovação e Design Thinking.
Com mais de 18 anos de experiência, já facilitou mais de 700 workshops e 4 mil Brainstormings.
Estuda e Pesquisa há mais de 30 anos os Processos de Facilitação de Aprendizagem e Heurística.
Data: dia 23/Abril/2012 das 19h00 às 22h45
Investimento R$ 160,00
Inscrições no Site do Hub Escola: www.hubescola.com.br/inscricoes
http://www.the-hub.com.br/hubescola/
Atenção: São apenas 35 Vagas que se Esgotam RAPIDAMENTE.
Um dos principais Benefícios da Metodologia I.D.M. é
ajudar na Priorização dos Problemas ou
Descobrir o Diagnostico (causa raiz)
A constante "Falta de Tempo" pode ser conseqüência de
não saber Priorizar os Problemas.
Vou tentar resumir aqui algumas formas de Priorizar os Problemas.
1. Definição Clara do Objetivo:
Para começar, é bom ter em mente que para cada Problema existe um Objetivo.
Se conseguirmos primeiro, priorizar os Objetivos, conseguimos também,
Priorizar os Problemas ou até ignorar a maioria deles.
Na ilustração acima:
Se o seu Principal Objetivo é o X, então o seu Problema é o X
Se o seu Principal Objetivo é o Y, então o seu Problema é o Y
É muito fácil cair na tentação de resolver primeiro o Problema A,
por ser o menor Problema ou por ser o Problema que se sabe resolver,
ficando na Zona de Conforto e obtendo assim, nenhum resultado no final.
Quando priorizamos problemas junto com outras pessoas (workshop)
temos a nosso favor as diferentes percepções de
quais são os Reais Problemas,
diminuindo assim a tendência de ficar na Zona de Conforto.
Uma das primeiras tarefas do Facilitador de Workshop
é se certificar de que todos os Participantes estão focados no mesmo Objetivo,
senão cada participante irá priorizar o seu problema ou sintoma,
não chegado nunca a um consenso de qual o Principal Problema ou Diagnóstico.
2. Diagnóstico ou Real Obstáculo.
Sabendo qual é o Objetivo, o próximo passo é fazer o Diagnóstico,
ou seja, Descobrir qual é o Obstáculo que impede de atingir o Objetivo desejado.
Diagnóstico = Obstáculo = Principal Problema
Na ilustração acima:
Não adianta resolver o problema A, pois este não leva ao Objetivo
O único caminho que leva ao Objetivo é o Problema X (Diagnóstico)
A Descoberta ou Percepção do Real Problema não é fácil como nesta ilustração,
por isso é uma vantagem quando temos várias pessoas compartilhando as Percepções em um Workshop.
3. Priorizar vários Problemas (Parcelas ou Análise)
Em alguns casos podemos ter mais de um Problema interferindo no Objetivo.
Neste caso podemos Priorizar os Problemas, para definir qual Resolver Primeiro.
Na ilustração acima, para Diminuir o Desperdício
é melhor resolver primeiro o Problema X .
Novamente alguém pode querer resolver primeiro o
problema Z, por ser a sua Zona de Conforto.
Se você tiver três equipes, uma para cada problemas está bem.
A pior situação e querer resolver na seqüência o Z, Y e X no final.
O trabalho em Grupo analisando todas as Percepções dos Problemas
pode gerar resultados melhores.
Na ilustração acima, para Aumentar o Fluxo do líquido azul para a direita
é melhor resolver primeiro o Problema X (obstáculo)
e fazer a avaliação desta ação.
Neste caso resolver os Problemas Y e Z (zona de conforto)
antes ou simultaneamente com o X
não irão agregar valor ao resultado desejado.
Somente após resolver o problema X
iremos agregar valor resolvendo o problema Y.
Melhoria contínua ou (PDCA)
Ver também A Teoria das Restrições (TOC)
de Eliyahu M. Goldratt - Livro A Meta - 1984
5. Priorização: Critérios e Percepção
Na situação acima podemos aumentar a resistência da corrente,
reforçando apenas um elo, o mais fraco de todos.
O problema é que é muito difícil Perceber qual é o elo mais fraco.
Só podemos ter certeza após a quebra deste elo em uma simulação de esforço.
Apesar desta ser a simulação mais complicada para a Priorização dos Problemas,
este é o Desafio mais comum que encontramos nos Workshop de Inovação, Diagnóstico ou Estratégia.
A qualidade ou experiência dos Participantes (e do Facilitador)
são fatores fundamentais nestas situações.
Por fim, vale lembrar novamente que a Priorização dos Problemas
geralmente é melhor quando realizado em grupo - Processo Colaborativo (workshop)
pois assim podemos usufruir de diferentes pontos de vistas ou Percepções.
No dia a dia das empresas eu percebo que muitos gestores
não sabem priorizar os problemas ou descobrir o diagnóstico,
então dividem o grupo em vários subgrupos e cada subgrupo resolve um problema,
sem nenhuma tentativa de Diagnóstico ou Priorização.
Um exemplo bem comum:
Fazer pesquisa de Clima (priorizar sintomas) (ou reclamações de clientes)
Fazer um workshop com vários subgrupos, cada subgrupo com um sintoma
Cada subgrupo faz um brainstorming de ideias para solucionar um sintoma
Seja Simples.
Eurico Gushi - Criador da Metodologia I.D.M. (1994)
Referência na Facilitação de Workshop de Plan. de Mudança, Estratégia e Inovação
http://metodologia-idm.blogspot.com.br/